"Na atual sociedade da informação, o que se procura (...) é o líder sábio, cuja capacidade de guiar as pessoas seja apurada pelos caminhos do conhecimento e da ética"

terça-feira, 27 de julho de 2010

Dunga. E qual é a empresa que não tem o seu?


Escrito por Junior Faj
Varejistas. Alguns números estatísticos do passado se perdem quando o negócio é ser um líder.
Vejamos:
A confederação brasileira de futebol demitiu o quarto melhor técnico brasileiro da história no país.
O ex-técnico Dunga deixou o cargo com 68 jogos, 49 vitórias, 12 empates e 7 derrotas, um aproveitamento de 77,9% em 68 jogos.
Em números estatísticos ficou atrás apenas de Zagallo (79,1% com 133 jogos), Telê Santana (78,7% com 55 jogos) e Vicente Feola (78,6% com 75 jogos) ficando a frente do renomado Vanderlei Luxemburgo (73,1% com 57 jogos, quinto colocado).
Existem pessoas que conseguiram bater metas e formatarem números preciosos para a empresa, mas nem sempre estão prontas para serem líderes.
Dunga. E qual é a empresa que não tem o seu? Seja da menor a maior função gerencial, toda equipe tem seu colaborador trator.
O colaborador trator é aquele que pensa poder passar por cima de todos porque no passado batia metas e hoje foi promovido a chefe.
No mercado competitivo que vivemos onde a gestão contemporânea a cada dia grita por “flexibilidade e relacionamento” muitas são as empresas que tem um “dunga” como administrador.
Cuidado. Se sua empresa ainda mantém como o principal líder um colaborador sem “flexibilidade e relacionamento”, os números alcançados hoje já poderiam ter sido alcançados há tempos.
Toda empresa sobrevive de números, e todos os números sobrevivem da flexibilidade e do relacionamento comercial de um bom líder. Pensem nisso.
Junior Faj, Consultoria & Palestra, www.juniorfaj.com
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/42029/1/Dunga-E-qual-e-a-empresa-que-nao-tem-o-seu/pagina1.html#ixzz0uGyz4eWi

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