"Na atual sociedade da informação, o que se procura (...) é o líder sábio, cuja capacidade de guiar as pessoas seja apurada pelos caminhos do conhecimento e da ética"

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Portal Influenciar 1


Portal Influenciar 


Posted: 17 Jul 2011 08:51 PM PDT
Agregar valor à humanidade e não apenas lucro aos acionistas faz parte das características deste líder




Ser um líder inovador é enxergar a empresa como um organismo vivo e não como uma máquina. É ter uma visão multidisciplinar e a qualidade de inovar na gestão da organização envolvendo quantos departamentos forem necessários, como Marketing e Vendas. É descentralizar todas as ações de suas mãos, gerenciar redes e pensar estrategicamente na busca por sucesso e, consequentemente, no lucro da empresa.


Este profissional não tem a sua vaga marcada no organograma da empresa, pois é escolhido graças a sua qualidade de trabalho, por saber potencializar, refinar e implantar ações, conforme explica o engenheiro Edson Fermann, consultor em Gestão Estratégica de Inovação da Indexare e ex-gerente de Inovação do Sebrae Nacional.


"O líder inovador tem a qualidade de juntar pessoas que querem fazer diferente. Consegue ver qualidade onde outros não veem. Atua na busca de pessoas que façam algo novo, que tenham capacidade de resolver problemas e agreguem valor", afirma.


É qualidade imprescindível deste líder reconhecer que uma questão pode não ter apenas uma resposta certa. E, dentro deste novo cenário, definir quais respostas são viáveis para a devida aplicabilidade. Por meio de técnicas de pensamentos divergentes, permite liberar a criatividade nos demais funcionários, que não se sentem acuados, mas sim motivados para expressar ideias. "E, por meio das técnicas de pensamentos convergentes, vai para a seleção destas ideias. O líder inovador é um grande comunicador: sabe transmitir, lidar com desafios e oportunidades, e explanar bem. Recebe a equipe, cria ambiente e, olhando para o óbvio, descobre oportunidades", destaca Fermann.


O líder tem que buscar inovação, pois, como na qualidade, é um fluxo contínuo que está sempre sendo aprimorado. Ações inovadoras fazem parte da estratégia da empresa. "Já está no DNA. Vai da liderança maior até o chão de fábrica", acrescenta Fermann.


Uma organização inovadora tem produtos competitivos e, muitas vezes, não briga pelo preço e sim por fazer diferente e pela inovação. É sair do igual, de modo diferente e não necessariamente ser uma invenção. "A inovação é aquilo que o mercado acolheu como sucesso. Tem a ver com o lucro da empresa. E, por isso, faz parte da gestão da empresa", comenta o engenheiro.


Atualmente, o papel do líder inovador é tão importante que precisa estar ligado diretamente à diretoria executiva ou presidência. "Muita gente quer encontrar no organograma da empresa uma caixinha para colocar a inovação. Não dá", alerta Fermann.


Inovação pode estar em várias partes da organização, desde a produção ao estoque, passando pelo Marketing e Vendas, podendo ter projetos a curto, médio e longo prazos e implica em riscos, desde melhorias em processos até ações radicais, que ocorrem, muitas vezes, com a descontinuidade de um produto.


Hoje, entre as empresas brasileiras de destaque nesta área, estão a Embraer, Natura e Braskem, entre outras, que lançam produtos inovadores. "Elas têm um líder inovador. Já as multinacionais, como Apple, não sei se tem um ou alguns líderes inovadores pela complexidade das coisas. Têm empresas que nascem para ser líderes, outras seguidoras. Isso vai depender da organização delas", afirma Fermann.


O líder vai inovar na organização, que precisa ser melhor, mais estruturada. Muitas vezes, inova no Marketing e traz ideias de demanda do mercado. Para ser líder inovador, não há uma escola. Ele vai se formando por sua experiência e a empresa precisa estar aberta a se recriar. De acordo com o especialista, o líder tem a virtude de ouvir, escutar e saber que não é o centro onde todas as ações vão ser discutidas.


"Ele cria ambiente para que as coisas aconteçam. Tem o dom de fazer a gestão de pessoas e de redes. Quando trabalha gestão de redes, abre mão de ser o centro, mas, como líder inovador, tem foco e busca resultados. Como a inovação está na estratégia da empresa, a empresa tem metas", explica Fermann.


Este profissional entende que não precisa participar de todas as reuniões. O seu papel sempre será de gestão. Não é possível mais ser o centro porque não consegue estar em todo lugar ao mesmo tempo. Por isso, esses líderes têm que saber reunir equipe, criar ambiência. É um jogo. É rede de conhecimento e tem que ter foco.


Inovação está ligada ao sucesso. A regra do jogo é lucro e isso tem que estar claro para o líder. Este profissional não descansa nunca, pois sempre está compartilhando conhecimento. É um grande construtor de estradas: liga organizações e pessoas.


Cuidados


Ter um líder inovador é ainda uma questão nova nas empresas. Muitas vezes se confunde a ideia de que o profissional precisa ser PHD na mesma área de atuação da organização. Isso é um engano. "Como não será o centro, tem que ser alguém que entenda de gestão, saiba construir, motivar e liderar equipes. A formação dele? Não sei dizer. Pode ser administrador, engenheiro, sociólogo. O que mais interessa é a experiência de vida profissional", destaca o consultor Fermann.


A empresa sem inovação em sua estratégia dificilmente será uma organização inovadora. Esta possui um portfólio de projetos envolvendo produto, processo organizacional e marketing. "Esse tipo de liderança não se impõe por questões hierárquicas, mas sim pelo seu modo atuante. É uma contínua atualização. Não ter medo de levar equipes para novas experiências. Pensa a todo momento fora de um quadrado", informa o especialista em Gestão Estratégica de Inovação.


Sair do previsível


Todo líder deve ser inovador, portanto, inovação é apenas uma das suas características, desenvolvida a partir de uma visão, um sonho, um foco a conquistar, que saia do previsível e vá muito além. Essa é a análise da professora da Pós-Graduação em Gestão de Pessoas da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), Fátima Motta.


"Ir além, no meu ponto de vista, é pensar no todo, ou seja, na organização, nos seus vários setores, na comunidade, no país, no planeta. Não vejo mérito nenhum em ser inovador e colocar em risco a vida dos seres humanos e do planeta, como alguns profissionais fizeram e continuam fazendo. O líder inovador consegue fazer algo que agregue valor à humanidade e não apenas gere lucro aos acionistas. É muito mais fácil encontrar profissionais que geram lucro aos acionistas do que os que melhoram a vida no sentido mais amplo", afirma Fátima.


Estar preparado para uma organização verdadeiramente inovadora, de acordo com ela, é ter uma visão sistêmica, global, sustentável, dominando competências humanas, conceituais e técnicas, que lhes permitam ter a coragem necessária para assumir riscos e lutar por tudo o que considere valor.


Para gerenciar redes, segundo a professora, o líder inovador tem que entender que faz parte de um todo e não é o centro onde as ações convergem. Pelo contrário, é necessário compreender que precisa servir sua equipe de informações, recursos, desafios e se superar a cada dia para que seus colaboradores sigam seu modelo.


"Acima de tudo, entender sua própria individualidade, reconhecer suas forças e fraquezas, permitindo o mesmo aos seus colaboradores, ou seja, que reconheçam seu desempenho e potencial, como profissionais e pessoas capazes de pensar, sentir e ser diferente, acrescentando, através da própria individualidade, a criatividade necessária à inovação", afirma Fátima.


Para isso, há a necessidade da existência de um ambiente propício à cooperação e ao comprometimento, criado a partir do reconhecimento do indivíduo e da equipe. "Entendo, assim, que a inovação acontece pela valorização da individualidade e também pelo estímulo ao trabalho em equipe, sempre embasado pela visão e valores essenciais."


A empresa precisa ter claro o que realmente quer, uma vez que não é rara a busca por líderes inovadores, mas que depois de contratados são aprisionados nas definições prévias da organização. "Tomada a decisão de que realmente é um líder inovador o que se procura, o passo seguinte é buscar profissionais visionários, com valores que se identifiquem com os da empresa, competência global, estratégica e humana, com coragem, persistência, abertos e colaborativos, cuja missão de vida seja a de deixar um legado que faça diferença à humanidade", analisa Fátima.


Cabe ainda sem dúvida a reciclagem das equipes, incentivando-as a uma mudança que se inicia na revisão dos modelos mentais, da postura perante os valores essenciais e no desenvolvimento de visão estratégica e sustentável. Fátima ressalta, no entanto, que toda e qualquer mudança acontece a partir da necessidade e vontade do próprio indivíduo em fazer a diferença para a empresa e para as pessoas.


"Desenvolver profissionais desse porte é a missão de todas as empresas e das grandes escolas que se predisponham a formar líderes que sejam inovadores, contribuindo para um futuro mais sustentável", completa a professora de pós-graduação da ESPM.
Via HSM
Posted: 17 Jul 2011 08:09 PM PDT
A busca incessante por lideranças que façam a diferença para o negócio, só tende a aumentar. Mesmo as empresas que já contam com líderes capacitados, que levem suas equipes a terem um ótimo desempenho, continuarão na constante captação de novos talentos e investirão na formação dos líderes do futuro. Apesar dessa visível preocupação focada nas lideranças, há ainda quem detenha o "título" de líder, mas que na verdade, no dia a dia, não consegue nem dar um norte às próprias atividades quanto mais a uma equipe formada por pessoas com experiências e competências comportamentais completamente diferenciadas. Infelizmente, ainda, há pessoas que conseguem "driblar" a real visão de que pertencem ao grupo dos que apenas delegam ordens, mas que nunca conseguirão segurar o "leme" dos profissionais que estão sob suas responsabilidades. Abaixo, seguem algumas características dos falsos líderes.
1 - "Eu sei de tudo. Dou conta do meu departamento e não preciso de modismos". Um verdadeiro líder sabe que seu desenvolvimento precisa ser constante. E mais: o aprendizado não ocorre somente de maneira formal, através de treinamentos. O gestor precisa ser autodidata e reconhecer que sempre é possível aprender com aqueles que formam seu time.
2 - Se a empresa institui um Programa de Desenvolvimento de Lideranças, o "pseudogestor" entra em pânico e é o primeiro a levantar a "bandeira da resistência". Tenta convencer os demais gestores de que essa ação, desenvolvida pelo "tal RH", é apenas para mostrar serviço e finca os "pés" na zona de conforto.
3 - Caso a área de Recursos Humanos procure o "falso líder" para dar respaldo às suas atividades ou, então, firmar parcerias que visem o bem-estar da equipe, torna-se visível a repulsa. Para ele, o RH nada tem a fazer em seu departamento e deve preocupar-se apenas com assuntos burocráticos. A "moda" de RH Estratégico é passageira e sua equipe não necessita de intrusos para atrapalhar.
4 - Quando uma atividade mais complexa precisa ser desenvolvida, o falso líder convocar um ou dois membros da sua equipe para realizar o trabalho. Determina prazos, mas não acompanha o processo. Ao final, cobra o conteúdo produzido, dirige-se à diretoria para cumprir das determinações e, em momento algum, cita que contou com a "ajuda" de terceiros. Os "louros" recaem sobre sua cabeça, o que garante a sua permanência no cargo de "liderança".
5 - Outra característica de quem se autointitula de líder, mas que na prática passam bem longe, é acreditar que todos que estão ao seu redor cobiçam sua colocação na empresa. Quando identifica alguém que pode destacar-se e chamar a atenção dos dirigentes, imediatamente providencia o desligamento do profissional porque se sente ameaçado.
6 - Para o falso líder, a comunicação interna é pura perda de tempo. E indaga: "Por que parar para conversar com a equipe, se as pessoas terão que parar suas atividades por uma hora ou até menos? Todos têm que continuar a todo o vapor em suas atribuições, afinal são pagos para trabalhar e não para conversar, mesmo que os assuntos estejam relacionados à superação de metas.
7 - E por falar em metas, quando o "falso líder" percebe que seu setor ficará abaixo das expectativas da empresa, utiliza um estimulo motivacional, no mínimo, bizarro. Apela para gritos, ameaças de demissão e chega a cometer ações consideradas como assédio moral.
8 - A política de Portas Abertas para o "falso líder" só deve ser colocada em prática se a outra pessoa detém o título de liderança, é seu superior ou alguém que comparece à empresa para tratar de assuntos do seu próprio interesse
9 - Se uma equipe é o reflexo do seu gestor, aqueles que estão sob o julgo da "falsa liderança" apresentam sinais preocupantes para qualquer empresa como, por exemplo, desmotivação, situações de conflitos constantes entre os pares, presenteísmo, absenteísmo e baixo desempenho.
10 - Um péssimo hábito de um "falso líder" também se apresenta quando o processo de avaliação de desempenho chega às suas mãos, para que ele cumpra o papel de analisar a performance dos liderados. Ao invés de considerar os pontos fortes e aqueles que precisam ser trabalhados em cada pessoa que compõe o time, faz elogios apenas com quem esporadicamente simpatiza e deteriora a imagem dos demais colaboradores, mesmo que tenham uma atuação digna de elogios.


Via -  RH.com.br
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Posted: 17 Jul 2011 08:04 PM PDT
Não são raros os casos de profissionais que investem quase que a vida toda na aquisição de novos títulos que teoricamente ajudariam a alavancar a ascensão na carreira. No entanto, o que se percebe é que todo o esforço parece ter sido em vão e outros colegas de trabalho, que não possuem tantas especializações até já receberam propostas para gerenciar equipes na própria empresa e convites até mesmo da concorrência. Mas, o que ocorre? A resposta pode estar não no campo técnico, mas na área comportamental do indivíduo. Selecionei algumas atitudes que podem prejudicar a carreira de muitas pessoas, que sem perceberem comprometem o próprio futuro profissional no dia a dia da empresa em que atuam.




1 - Quando se deparam com o fato de passarem por um processo de avaliação de desempenho, muitos profissionais sentem-se ofendidos e não veem nessa ferramenta, a possibilidade de receber um feedback tanto dos seus pontos fortes quanto daqueles que precisam ser trabalhados. Resultado: deixam uma rica oportunidade de desenvolvimento passar por suas mãos ou, pior ainda, imaginam que a sua avaliação é apenas uma desculpa para que ele seja desligado da organização.
2 - "Eu falei e ponto final". Quantas pessoas, nesse exato momento, proferem essa frase sem pensar no efeito que elas trarão às suas carreiras? Hoje, a competência comportamental de se mostrar aberto ao diálogo com os demais colegas de trabalho, não importa a função que se exerça, é considerada um diferencial significativo para um mercado altamente competitivo. Se alguém não está disposto a escutar os demais que estão ao seu lado, reduz significativamente as chances de também ser ouvido por outros. Isso, por sua vez, cria um isolamento, uma espécie de quarentena que envolve a pessoa e a deixa alheia ao que acontece ao seu redor.
3 - "O quê? Agora que você conseguiu entender esse procedimento? Eu já sei como tudo funciona e os outros sempre devem me procurar, porque estou certo nas minhas decisões e não erro nunca". Infelizmente, ainda há profissionais que carregam consigo essa mentalidade e arrogância de serem os melhores. Ninguém é suficientemente "intocável" e detentor de todo conhecimento, mesmo que já atue em uma função por anos.
4 - Para quem apresenta um comportamento como o citado acima, é sinal de que dificilmente essa pessoa estará apta para o desenvolvimento e quando isso ocorre, é porque o "sinal vermelho" foi dado faz tempo. Sair da zona de conforto, não representa valor algum para esse tipo de profissional. Afinal é mais cômodo ficar onde está, porque dá menos trabalho e "em time que ganha, não se mexe". Quantos profissionais já amargaram os resultados dessa "premissa" ultrapassada?
5 - O novo sempre gera receio para qualquer indivíduo, isso é muito mais comum do que se imagina. Quem, por acaso, gostaria de pular um muro alto sem saber o que o aguarda do outro lado? Uma pessoa de bom senso, no mínimo, tentaria dar uma "olhadinha básica" para não se dar mal. Diante de tanta velocidade no universo globalizado, não dá para ficar parado e esperar que isso passe despercebido e sem consequências para o futuro de uma carreira. Dizer não às mudanças é o mesmo que pisar em um campo cheio de pregos, com os olhos vendados.
6 - "O conhecimento que adquiri é apenas meu e não vou compartilhá-lo com quem quer que seja". Imagine uma pessoa que se acha detentor do conhecimento e que em momento algum passa pela mente que um dia precisará consultar ou pedir ajuda a algum dos seus pares. Existe uma significativa probabilidade de que esse profissional não consiga apoio dos colegas, uma vez que ele "sabe de tudo".
7 - Se uma equipe alcança êxito em uma atividade, há quem possa querer ganhar os "louros" apenas para si, pois sem sua presença logicamente os resultados não teriam sido alcançados. Todos que formam uma equipe contribuem de alguma forma para a obtenção do êxito. Acreditar que tudo funciona ao seu redor, é característica explícita de uma pessoa egocêntrica e que devido ao seu autoestrelismo, acaba por apagar o próprio brilho. Lembre-se: o espírito de equipe é uma das competências comportamentais mais valorizadas por empresas competitivas e que oferecem ótimas chances de ascensão.
8 - Não existe problema algum em querer galgar degraus mais altos no campo organizacional. No entanto, há pessoas que extrapolam os limites do bom senso e acreditam que "pisando nos colegas", o sucesso chegará mais fácil. É bom lembrar que todos os dias, as atitudes fazem a nossa marca não apenas junto ao colega que senta ao nosso lado, mas também a toda empresa. E como a facilidade de troca de informações, a imagem do profissional propaga-se mesmo que ele próprio pense que determinados fatos ficarão restritos a quatro paredes. Hoje o network, as redes de relacionamento também costumam ser fontes de pesquisas para saber qual a reputação que o profissional construiu no mercado.
9 - "Todos querem tomar meu lugar e não posso confiar nem na moça que serve o cafezinho". Quando um profissional chega a esse estágio, existem três alternativas: ou ele procura uma nova colocação no mercado; torna-se foco de conflitos que comprometem o clima organizacional ou, ainda, é um candidato a ter um enfarto ou a provocar um ataque cardíaco no colega ao lado. Caso a pessoa sinta-se perseguida no ambiente de trabalho, é preciso que tenha a atitude de conversar com seu gestor ou o final pode gerar sérios problemas tanto individuais quanto para a coletividade.
10 - "Não sei de deveria contar, mas fiquei sabendo de uma novidade!!!". Há pessoas que além de estimularem a circulação de boatos dentro da equipe, não perde a oportunidade de acrescentar uma exagerada dose de dramaticidade. Quem usa o seu tempo para "observar" o colega, esquece que os ponteiros do relógio não param e que a sua própria vida também passa rapidamente e com ela, boas oportunidades que não mais baterão à porta.


Por Patrícia Bispo para o RH.com.br
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Posted: 17 Jul 2011 07:51 PM PDT

É um mundo novo: planeje sua carreira, tenha uma boa presença digital, conheça as ferramentas, seja um heavy user, mantenha-se atualizado e seja humano.



O mercado do marketing digital está ávido por gerentes de mídia sociais – as diversas ofertas de vagas que recebemos diariamente no nosso mural de vagas são uma comprovação da valorização deste tipo de profissional.
Mas o que realmente faz de um profissional de marketing online um verdadeiro gerente de mídias sociais e quais são as habilidades que as empresas buscam em um gestor de mídias sociais?

Quem é o gerente de mídias sociais

O gerente de mídias sociais é a pessoa encarregada de organizar as diversas ações de marketing e relacionamento associadas às redes sociais e suas diversas mídias. É a pessoa encarregada de fazer as compensações e interações que ocorrem através das redes sociais, que envolvem tanto os eventos de divulgação quanto as questões de relacionamento entre a empresa e seus clientes.
O gerente de mídias sociais funciona como um agente de marketing e ao mesmo tempo como um ouvidor da empresa.
Bastam poucas linhas para mostrar que essa não é uma função das mais fáceis, o que sempre faço questão de frisar em nossos cursos. Justamente por isso, um gerente de mídias sociais deve ser uma pessoal multitarefa e multidisciplinar. Por isso, se você está buscando uma formação para esse tipo de função, vou dar algumas dicas sobre a formação de um gerente de mídias sociais e as habilidades que as empresas buscam neste tipo de profissional.

Planeje a carreira

Um gerente de mídias sociais nasce da capacitação nas diversas áreas do marketing digital. Por isso, busque o máximo de capacitação nessa área através de cursos, seminários e palestras. Em primeiro lugar, desenvolva suas aptidões no que diz respeito ao marketing de busca, pois mídias sociais são intimamente relacionadas aos resultados de SEO.
Um outros ponto essencial na formação de um gerente de mídias sociais é a web análise. Ferramentas como o Google Analytics e conhecimentos profundos sobre as técnicas de web analytics são essenciais para a compreensão das ações de marketing nas mídias sociais. São, portanto, técnicas que o gerente de mídias sociais precisa dominar.

Tenha uma presença digital de destaque

Ter uma presença digital marcante é essencial para qualquer profissional que pretende exercer uma função de gerenciamento na área de mídias sociais. Tenha um blog impecável, um Twitter ativo e relevante (um Klout auto ajuda), uma página de Facebook criativa e inovadora e um perfil no Linkedin bem estruturado.
A empresa que procura um bom gerente de mídias sociais vai querer saber de imediato se ele sabe cuidar do marketing pessoal antes de entregar as contas de seus clientes. Se você quer produzir o show, faça o seu show primeiro.

Conheça as ferramentas disponíveis

Em termos de mídias sociais, cada dia é uma nova descoberta. Mantenha-se em sintonia com o que há de mais atual em termos de ferramentas online e softwares referentes ao monitoramento e análise de dados.
É necessário conhecer os recursos das diversas ferramentas ligadas à área de gestão de mídias sociais para que você possa otimizar o seu tempo e ter produtividade em suas ações. Por que ter uma equipe gigantesca se você pode atingir o mesmo nível de produtividade com uma equipe reduzida, mas bem organizada? Em nosso curso de marketing nas mídias sociais sempre chamamos atenção sobre a capacidade de se fazer um bom gerenciamento de mídias sociais dentro de um cenário com um orçamento limitado.

Seja um heavy user das principais mídias

Mídias sociais não é algo que se aprenda somente na teoria. Um gestor de mídias sociais necessariamente precisa ter uma experiência pessoal nos principais canais. Por isso, é imprescindível que você seja um heavy user das principais ferramentas como Facebook, Twitter e até mesmo do bom e velho Orkut, para que você tenha uma verdadeira noção de como a coisa funciona e do universo de opções que existem em cada uma delas.
A prática em mídias sociais não só lhe obriga a se manter atualizado com as ferramentas e seus recursos como também é um campo aberto para pesquisa e observação. Além do mais, essa prática vai lhe ajudar em seu próprio marketing pessoal.

Mantenha-se atualizado ou morra

Um profissional de mídias sociais precisa estar sempre atualizado para não ser atropelado pelas novidades cada vez mais rápidas na internet. A atualização constante é uma das estratégias para se destacar neste mercado. Por isso, tente estar sempre em sintonia com o que acontece lá fora em termos de técnicas e abordagens, pois aqui no Brasil nós estamos só começando.
Leia muito, principalmente os relatórios publicados periodicamente por grandes consultorias lá fora. Participe do maior número possível de web seminários, muitos deles são inclusive gratuitos. Conhecer o pensamento e as experiências dos profissionais de destaque é meio caminho para evitar erros e construir estratégias de mídias sociais mais eficientes.

Seja humano

Ser um profissional de mídias sociais é uma atividade que exige estar "online" 24 horas por dia, mas nunca esqueça que você e as pessoas com as quais você deve interagir são simplesmente seres humanos com qualidades, defeitos, curiosidades, paixões e carências.
Nunca se afaste do lado humano da estratégia, caso contrário você estará gerenciando campanhas para bits e não para neurônios. Mesmo no ambiente online, as pessoas ainda querem carinho e atenção, por isso trate seus contatos e clientes como pessoas e não somente como acessos.
A formação de um gerente de mídias sociais não acontece de uma hora para outra, portanto, é melhor se planejar. [Webinsider]
Posted: 17 Jul 2011 07:31 PM PDT
Hoje em dia, os sites de compra coletiva estão na moda. Groupon, ClickOn e Peixe Urbano já são conhecidos de quase todo mundo. As ofertas são excelentes: é possível comprar praticamente tudo – de viagens a pratos em bons restaurantes – por muito menos dinheiro do que seria possível caso se pretendesse adquirir o mesmo produto ou serviço diretamente. Mas é preciso tomar cuidado para não ser enganado! Afinal, cuidar bem do dinheiro é um passo importante no processo de educação financeira!


Essa semana, o Portal Exame publicou uma matéria excelente sobre o assunto, apontando certos cuidados que os consumidores devem tomar para evitar serem enganados acreditando que estão fazendo um bom negócio! A matéria aponta 8 "pegadinhas" que as empresas de compra coletiva aprontam com os seus clientes. São, basicamente, as seguintes:


1 – Dificuldade em converter cupons de compra coletiva em serviços
É importante tomar cuidado com os cupons adquiridos, principalmente os oriundos de empresas menores, porque muitas simplesmente apresentam muitas dificuldades na conversão dos cupons. Há casos de empresas que fecharam o serviço após a venda dos cupons, ou que jamais entregaram o produto adquirido.


2 – Dificuldade em conseguir pegar o dinheiro de volta


Embora o Código de Defesa do Consumidor assegure o direito ao arrependimento pela compra em 7 dias, boa parte das empresas que vendem por meio de sites de compra coletiva não cumprem a legislação, na prática (a rigor, a verdade é que quase ninguém cumpre!).


3 – Regras complicadas para converter o cupom de compra coletiva


Muitas empresas criam regras que apenas dificultam a conversão dos cupons. Há estabelecimentos que impõem um prazo para a conversão do cupom em produtos/serviços, e outros que agendam datas específicas para usufruir os direitos garantidos pelos cupons. Portanto, leia bem as regras da promoção, para evitar problemas! E não se esqueça de que a empresa deve prestar o serviço com base nas condições da promoção!
compra coletiva


4 – Levar gato por lebre


Outro problema narrado na matéria diz respeito a promoções que obrigam o consumidor a levar algo que ele não deseja. O texto narra a situação de um consumidor que comprou um celular que desejava, mas levou como "complemento" um plano de operadora de telefonia celular…


5 – O desconto pode ser menor do que o anunciado na promoção do site de compra coletiva


É comum que as empresas anunciem um desconto e, na prática, ofereçam um percentual menor. Na verdade, isso é comum também nas lojas comerciais que visitamos diariamente. As empresas usam o expediente de anunciar "até x% de desconto" e oferecem um percentual muito menor; e, quando confrontadas, apenas dizem que o desconto era de ATÉ x%, e não DE x%. Bonito, não? E essa prática também é muito comum nos sites de compra coletiva. Portanto… leia bem e faça as contas. Afinal, uma continha básica de percentagem é muito fácil de fazer!


6 – Custos adicionais não explicitos na promoção


As empresas que oferecem seus serviços por meio dos sites de compra coletiva também incluem, às vezes, custos não explicitados. A matéria cita, por exemplo, o caso de uma promoção em um parque de diversões que diminuía drasticamente o valor do ingresso – mas não avisava que, se o consumidor desejasse estacionar dentro do parque, deveria pagar R$ 30,00 só pelo estacionamento. Em outro caso, o cliente comprou uma promoção em um prato de um restaurante, mas não foi alertado que o simples ingresso no estabelecimento era cobrado.


7 – Datas e horários específicos para aprovetiar as promoções


Algumas empresas também usam do expediente de fixar horários e datas bastante específicos para usufruir das promoções. Imagine comprar uma promoção de bebidas e alimentos em um bar e descobrir que só se pode usufruir da promoção entre as 18:30 e 19:30h….


8 – Qualidade péssima do serviço


Outra reclamação que foi bastante notada pela matéria diz respeito à qualidade dos serviços prestados. Em um dos casos, um cliente se hospedou em um hotel fazenda que, por conta da promoção, não tinha bons quartos disponíveis – e ele teve que se contentar com um quarto horrível, que normalmente não seria destinado à hospedagem de clientes.


E você? Já comprou em sites de  compra coletiva? E enfrentou dificuldades? Ou foi bem atendido?
Via - www.opequenoinvestidor.com.br
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Posted: 17 Jul 2011 07:22 PM PDT
A maioria das pessoas gostaria de ficar "rico" para poder gastar dinheiro com aquilo que bem entedessem. Gastar dinheiro é prazeroso, sem sombra de dúvidas. Mas, infelizmente, nem todo mundo tem dinheiro o suficiente para adquirir tudo aquilo que desejam. E, paradoxalmente, para a maioria de nós a única maneira de poder gastar muito dinheiro para ter acesso a determinados bens é poupando e investindo. Gastar pressupõe economizar, e economizar pressupõe planejamento!


1. As dificuldades de se planejar para adquirir um bem
O investidor consciente deve procurar se planejar para adquirir um bem de valor mais elevado. A maioria das pessoas, contudo, é incapaz de se planejar adequadamente para realizar seus objetivos, por várias razões.


A primeira delas diz respeito à falta de definição de uma meta. Como não se sabe o quê se deseja, quando e como se pretende alcançar o objetivo, é importante definir, desde o início, essas questões. É importante definir o objeto do desejo em detalhe: não basta desejar ter um carro ou uma casa, mas é imprescindível definir que carro ou casa se deseja. Afinal, o valor de um automóvel ou de uma residência varia muito, dependendo do que se quer.


Outra dificuldade é a famosa procrastinação. Não tem jeito: a maioria das pessoas deixa para depois boa parte das coisas que poderia fazer hoje. E vai deixando, vai deixando, até que vários deveres se acumulam e aquilo que deveria ser prioridade acaba não sendo feito, porque não é urgente. E, como o planejamento normalmente não é uma atividade urgente, as pessoas o deixam para depois, depois, depois… e nunca o fazem.


2. Como se planejar?


Como já salientado, o primeiro passo a ser tomado é decidir o que se quer adquirir. É preciso saber se o bem é realmente necessário e o que ele acrescentaria a sua vida. Esse passo, normalmente, é o mais fácil. Afinal, a definição a respeito do que se deseja normalmente é intuitiva – o que é difícil, normalmente, é avaliar se o bem é realmente necessário ou se se trata de um mero capricho.


O segundo passo é definir precisamente como se alcançará a meta. É preciso definir prazos, o quanto se economizará todo mês para a compra e em que modalidade de investimento o dinheiro será aplicado para alcançar o tão sonhado bem mais cedo. Obviamente, quem quer comprar uma casa daqui a 10 anos precisa se planejar de maneira diferente de quem deseja comprar um abadá para o carnaval de 2012 em Salvador.


A definição desses fatores deve ser realista. O investidor não pode querer aplicar R$ 100,00 por mês, aplicar todo o seu dinheiro no mercado de ações e achar que daqui a dois anos comprará um belíssimo apartamento de 4 quartos em Ipanema. Para definir o quanto será necessário investir para adquirir o tão sonhado bem é preciso levar em consideração fatores como a inflação, bem como uma perspectiva realista a respeito da rentabilidade que se pode obter com os mais variados investimentos.


3. Um estudo de caso: planejamento para comprar um carro


Vejamos um exemplo hipotético: digamos que João deseje comprar um carro zero quilômetro do nível de um que hoje custa R$ 60.000,00, daqui a 3 anos. Como ele poderia se planejar, se não pretende financiar o veículo? O primeiro fator a ser estimado é o valor do carro daqui a 3 anos. Para estimar esse valor, é preciso assumir algumas premissas, que podem ser mais ou menos realistas. João poderia, por exemplo, pegar alguns exemplares mais antigos da Revista Quatro Rodas a fim de verificar como foi a evolução dos preços de automóveis. Digamos que João fez suas contas e descobriu que o preço de um automóvel zero aumenta à taxa de 6% ao ano, em média. Partindo desse pressuposto, João poderia fazer umas continhas (R$ 60.000 * ((1+6/100)*(1+6/100)*(1+6/100))) e chegaria à conclusão de que o automóvel que custa hoje R$ 60.000,00 deverá custar em torno de R$ 71.460,00 ao final do período.


João já sabe, portanto, o quanto precisa acumular para realizar seu sonho. Mas o quanto ele precisaria economizar para alcançar esse objetivo? Como o prazo é curto, ele poderia investir em títulos do tesouro nacional com vencimento próximo ao do automóvel. O problema é que, como João pretende investir pouco a pouco, não há garantia nenhuma de que as taxas pagas pelo tesouro direto permanecerão constantes ao longo do tempo. Elas poderão subir ou cair ao longo do tempo, o que afetaria a sua rentabilidade.


Uma saída possível para João é economizar sempre um pouquinho a mais do que o inicialmente estimado, para se proteger de uma eventual queda nas taxas. Não tem jeito; o mundo da economia é repleto de incertezas e o máximo que podemos fazer é tentar nos precaver contra elas. Digamos, por exemplo, que João estime que o tesouro direto pagará uma taxa de 9% ao ano, já descontados os impostos e taxas.


Quanto ele precisaria economizar, por mês, para chegar aos R$ 71.460,00 daqui a 3 anos? João teria que decompor esse valor em prestações que dão um pequeno rendimento mensal a ele. Você não sabe fazer a conta? Não se preocupe; há uma excelente ferramenta na internet que faz essas continhas para você: o site Webcalc. Basta clicar em "Finanças" na lateral esquerda do site, e depois em cálculo de aplicações. Lá, escolha "Valor das aplicações periódicas" e será possível calcular o quanto seria necessário aplicar periodicamente, com uma taxa mensal de 0.72% (9% ao ano), para chegar ao valor almejado. No caso do nosso exemplo, João precisaria aplicar R$ 1745,94 por mês. Mas, como a taxa do tesouro direto pode aumentar ou diminuir ao longo do tempo, o ideal seria que ele aplicasse um pouco mais – uns R$ 1.900,00 – para assegurar com mais certeza que teria o valor no final do período estipulado.


E você, pretende adquirir algum bem no futuro próximo? Já começou a se planejar?


Via - www.opequenoinvestidor.com.br
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Posted: 17 Jul 2011 06:57 PM PDT

Preço e valor são conceitos muito diferentes!



O escritor irlandês Oscar Wilde escreveu: "Vivemos em uma época onde sabemos o preço de tudo e o valor de nada!"
Sua afirmativa não poderia ser mais atual, especialmente para profissionais ligados a vendas.  Preço e valor são conceitos muito diferentes!

Em linguagem coloquial, dizemos que preço é o que se paga e valor o que se leva. Esta definição já dá pistas de que os compradores estão mesmo em busca de valor e que o preço seria, em alguma proporção, o esforço monetário despendido para se obter aquele valor.  Quando buscamos adquirir alguma coisa para satisfazer uma necessidade, fazemos vários tipos de esforços, entre eles, investimos tempo e dinheiro.  A soma dos esforços que despendemos para obter o que buscamos representam o preço que pagamos para obter o que queremos, enquanto a soma dos benefícios que recebemos ao obter o que buscamos representa o valor!

É muito importante observar que o preço não é composto apenas pelo dinheiro que investimos. Por exemplo, se gastamos muito tempo para obter alguma coisa, perceba que estamos pagando um "preço" mais alto para obtê-la, afinal investimos mais tempo do que queríamos. O que importa é a soma dos esforços.  Considere a seguinte relação quando quiser compreender a interação entre preço e valor:
Valor = Percepção de Benefícios/(Preço + Expectativas)
Observe que dois bens podem ser vendidos pelo mesmo preço, mas possuírem valores diferentes e, também podem possuir o mesmo valor e serem vendidos por preços diferentes.  Por exemplo: Duas casas podem ser avaliadas, por critérios técnicos, pelo mesmo preço de venda, mas podem apresentar valores completamente diferentes na percepção de quem vai comprá-las, em função das expectativas de cada comprador. Seguindo o mesmo raciocínio, um comprador pode atribuir o mesmo valor a bens oferecidos a preços muito diferentes.

Assim, relativamente, quanto menores forem os esforços (energia, tempo, dinheiro, etc) e maiores forem os benefícios percebidos na satisfação de nossas necessidades, maior será o valor que vamos atribuir a um determinado bem (produto ou serviço).

Afinal, o que importa, quando tratamos de valor, é o valor percebido por quem adquire o produto ou serviço.
Quando um cliente diz "é caro", ele está tendo a percepção de que o produto ou serviço custa mais do que vale.
Quando um cliente diz "é barato", está tendo a percepção de que o produto ou serviço vale mais do que custa.
Quando o cliente diz "o preço é justo", ele tem a percepção de que o produto ou serviço vale exatamente o que custa.

Volto a lembrar que estes esforços não são somente monetários. Eu pago mais por um serviço de urgência porque ele diminui o "custo" da espera, aumentando o benefício da agilidade...  As grandes questões sobre preço e valor são questões de marketing e envolvem o universo das percepções!  Quando julgamos algo como caro ou barato, isso é fruto da nossa percepção dos benefícios recebidos na aquisição.

Portanto, valor de mercado é a estimativa geral do valor de um bem de acordo com a média das percepções de um determinado segmento de mercado e, preço de mercado é o preço médio pelo qual se estima vender este produto ou serviço neste mesmo segmento.  O segredo para não ficarmos reféns dos preços é realizar um excelente trabalho de gestão de valor, ou seja, ressignificar e ampliar a percepção de valor de nossos produtos e serviços na mente de nossos clientes.

Quando pedimos que alguém agregue valor estamos pedindo que torne as coisas especiais, ou seja, trabalhe a percepção do cliente para valorizar mais a oferta, a utilização de nossos produtos e serviços. Agregar valor é fazer com que as coisas sejam percebidas como especiais, apresentando benefícios muito acima do preço (esforço) necessário para adquiri-las.  As melhores empresas e melhores vendedores sempre agregam mais valor que a concorrência; justamente por isso conseguem sustentar preços mais elevados e margens de lucro mais significativas!

Os melhores profissionais de vendas trabalham em cima da percepção de valor de seus clientes, não ficam reféns do preço. Estes são os melhores profissionais de vendas da era atual: os consultores de negócios.  Em todas as áreas da vida sempre serão reconhecidos aqueles que conseguem evidenciar e agregar valor. Estas pessoas preenchem a vida e as relações de significado e conduzem seus interlocutores a perceberem os aspectos mais significativos de cada interação, aquisição e/ou relacionamento.

Agregue mais valor, afinal, a vida e os negócios, quando cheios de significado, não possuem preço.

Via - Cidade marketing
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Posted: 17 Jul 2011 02:06 PM PDT
Oito em cada dez profissionais com salário de R$ 6.000 a R$ 15 mil receberam proposta para mudar de emprego nos últimos 12 meses.
O número foi revelado por pesquisa feita pela Asap, consultoria de recrutamento de executivos, para a Folha. A empresa ouviu 1.934 profissionais. Não foram considerados convites que os entrevistados possam ter recebido por meio da própria Asap.


Apesar do alto número de propostas, apenas 24,5% dos profissionais convidados para trabalhar em outra empresa aceitaram a oferta.


"Achei que esse número seria maior. Mas ele reflete a política agressiva das empresas para segurar seus funcionários", diz Carlos Eduardo Ribeiro Dias, sócio e presidente-executivo da Asap.


Para "reter talentos" ""expressão que virou moda"", as empresas têm adotado políticas mais estruturadas e agressivas de remuneração, entre outras medidas.


Quase quatro em cada dez entrevistados dizem ter recebido aumento salarial superior a 30% nos últimos três anos, independentemente de terem trocado de emprego. No período, a inflação acumulada foi de 17%.


"Tanto as equipes diretas de RH como outras áreas das empresas estão sendo bombardeadas pelo aquecimento inédito do mercado de trabalho", diz Martinho Bartmeyer, diretor de Remuneração, Organização e Relações
Sindicais do departamento de Recursos Humanos da TAM.


A história de Bartmeyer ""a exemplo de outros executivos de RH"" reflete o mercado aquecido. Ele trocou a Votorantim pela empresa aérea há um ano e quatro meses.


SURPRESA


A abundância de oportunidades surpreende alguns profissionais. Foi o que ocorreu com a relações-públicas Inês Hotte.


Depois de trabalhar por três anos em uma empresa, ela foi convidada para participar de processos de seleção de duas companhias.


"Fiquei muito surpresa, até pela minha idade. Tenho 47 anos. Nunca esperamos que algo assim possa acontecer com a gente", diz.


Inês foi abordada pelo McDonald's por meio da rede de relações profissionais LinkedIn e, ao mesmo tempo, indicada por uma amiga para uma vaga na Burson-Marsteller, empresa da área de comunicação corporativa.


Aceitou a oferta da Burson e passou a ganhar o dobro (incluindo benefícios).


A maioria dos entrevistados pela Asap que rejeitaram proposta de novo emprego citou "salário abaixo da expectativa" para a recusa.


Mas, segundo especialistas, boa remuneração nem sempre é o que mais pesa.
A pesquisa revela que a chance de "crescimento e promoção" contou mais para quem trocou de emprego.


De acordo com Ruy Shiozawa, presidente do Instituto Great Place to Work, os esforços das empresas para reter mão de obra se traduzem em melhores políticas de RH.


Como reflexo disso, o ranking "Melhores empresas para trabalhar" de 2011 feito pela Great Place to Work revelará melhora substancial na nota média (que combina a avaliação dos funcionários com a do instituto) recebida pelas companhias, diz ele.
Via - Folha.com

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