"Na atual sociedade da informação, o que se procura (...) é o líder sábio, cuja capacidade de guiar as pessoas seja apurada pelos caminhos do conhecimento e da ética"

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Portal Influenciar 2


Portal Influenciar



Posted: 15 Jun 2012 05:54 PM PDT
Há tempos respeitar um superior meramente para cumprir um protocolo hierárquico deixou de ser uma constante nas empresas. A geração Y que o diga: os jovens de hoje não querem mais saber da importância do cargo que um líder ocupa, mas sim do conhecimento que o executivo apresenta.
E acredite, tal exigência não se resume apenas a técnica. A garotada quer mesmo um líder que saiba um pouco de tudo e que tenha habilidades em gestão.
"No passado as pessoas respeitavam aqueles que detinham o conhecimento técnico, mas hoje não. A relação de respeito se dá por reconhecimento", diz o diretor da Page Personnel, Roberto Picino.
Segundo ele, cobranças e controle de nada adiantam nos dias de hoje. O jovem precisa mesmo de contexto. "Ele tem que fazer parte dos objetivos da empresa e realizar o trabalho por uma causa maior. Se o ambiente não promover esta troca, o jovem buscará outra oportunidade e certamente a encontrará", explica o diretor.
Outros atributosE não é só disso que eles precisam: transparência e integridade também são fundamentais.
"Tanto os jovens quanto os mais maduros respeitam os líderes íntegros, que sejam coerentes em seu discurso e pratiquem aquilo que falem", diz a consultora associada da Muttare, Roberta Yono Ebina, que acredita que nem sempre isso aconteça nas empresas.
Na opinião dela, por exemplo, o mundo corporativo não costuma ser muito transparente, especialmente por conta de alguns gestores que têm seus bônus ligados ao resultado da empresa.
É hora de mudarE não se preocupe se você ainda não conseguiu entender ou se adequar tão bem à essa nova realidade. Ainda dá tempo de mudar.
De acordo com Picino, para correr atrás do prejuízo o líder deve se preocupar, primeiramente, em entender as pessoas, pois mesmo os mais jovens podem ter objetivos diferentes de vida. "Cada pessoa será e terá motivações diferentes", diz.
Além disso, é importante lembrar que o gestor não pode se esquecer de construir uma equipe que se complemente, sendo honesto quanto aos próprios gaps. "Ele precisa entender, ouvir e desafiar essa geração visando sempre novos ensinamentos. É fundamental também que ele evite comparações como a clássica: não é assim que funciona, na minha época...", explica o diretor.
FeedbacksE não se esqueça da importância dos feddbacks, afinal, um líder também precisa saber o que sua equipe pensa da sua gestão.
"Ele deve buscar o feedback dos seus colaboradores e não somente do chefe nem dos pares. A recomendação é que ele procure aquele com quem ele tenha mais diferenças", diz Roberta.
E não tenha medo de perguntar. Questione se o colaborador gosta de trabalhar com você e se o que você faz, o ajuda ou o atrapalha no trabalho. Além disso, peça a opinião dele sobre quais mudanças ele gostaria de ver em você. Isso aproxima a equipe.
"Perguntar demanda uma boa dose de coragem, pois o líder poderá ouvir coisas das quais ele não tem a mesma percepção. Por isso, numa abordagem como essa é essencial que o gestor não justifique suas ações ou tente convencer o outro de que ele está errado", avisa Roberta.
Segundo ela, somente desse modo será possível entender o que ocorre na mente da própria equipe e checar no que ele pode ser melhor. "Existem programas de capacitação, cursos e livros que podem ajudá-lo nesta tarefa", avalia.
Eliane Quinalia,www.infomoney.com.br
Posted: 15 Jun 2012 06:01 PM PDT

Segundo especialista, quem quer alcançar o sucesso deve evitar atitudes e comportamentos inadequados

Atualização constante, habilidades comportamentais, inglês fluente. Todos esses itens fazem parte da lista básica de quem quer ter sucesso na vida profissional. Entretanto, segui-los à risca pode não ser o suficiente, se a pessoa não evitar atitudes e comportamentos inadequados.
De acordo com o especialista em estratégias empresariais e professor da Universidade Mackenzie e FGV-RJ, Marcos Morita, agir e não pensar, por exemplo, é uma das sete dicas do que não fazer para ser bem-sucedido na carreira.
Na opinião dele, não parar de tempos em tempos para avaliar as próprias atitudes e comportamentos pode ser um erro fatal. "Pare de vez em quando e converse com seu superior, colegas e subordinados de maneira aberta, solicitando que pontuem sobre suas atitudes e comportamentos", diz.
Dicas
Abaixo, as outras seis atitudes que devem passar bem longe de quem quer alcançar o topo:
"Cuida do seu, que eu cuido do meu! " Certamente, você já deve ter escutado frases como: "isto não é de minha responsabilidade", ou "não sou pago para isso". Entretanto, segundo Morita, ainda que haja colegas que, realmente, abusam da boa vontade alheia, antes de responder, o ideal é ver se realmente a questão não é de sua alçada e se não há mesmo como colaborar.
"É melhor não fazer, vai que eu erre!" O medo de errar também é muito prejudicial à carreira. Para o especialista, dentro de padrões aceitáveis, o erro demonstra a proatividade do colaborador. "Prefiro os que erram por fazer, as que não fazem por medo de errar", diz.
"Tchau. Já deu o meu horário." Quem quer ser bem-sucedido na carreira precisa ser flexível. Em outras palavras, a pessoa não precisa ficar até mais tarde todos os dias, mas deve se mostrar disponível ao perceber que a equipe está em apuros.
"O problema é esse, como você vai resolver?" Problemas devem ser resolvidos, entretanto, profissionais que sempre levam problemas à chefia imediata, sem propor soluções, acabam ficando com uma imagem negativa. Ou seja, se vai levar a farinha, entregue ao menos a receita.
"Tive uma ideia, mas acho melhor ficar na minha." Engana-se quem pensa que somente aqueles que possuem altas posições podem fazer a diferença. Na opinião de Morita, os profissionais devem ter ideias, sugerir, implementar e divulgar. "Grandes sacadas surgem na linha de frente, a qual convive e vive os problemas dos clientes no dia a dia".
"Desculpe-me, não sou político." Muita gente torce o nariz para essa estrategia, mas ofato, explica o especialista, é que alianças e coligações devem fazer parte do dia a dia, independentemente do nível hierárquico do profissional ou função. "Em situações de estresse e alta demanda, é o bom relacionamento que muitas vezes fará com que seu pedido seja atendido com prioridade por outro colega de trabalho".
Infomoney.com.br

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