"Na atual sociedade da informação, o que se procura (...) é o líder sábio, cuja capacidade de guiar as pessoas seja apurada pelos caminhos do conhecimento e da ética"

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Portal Influenciar 3


Posted: 10 Aug 2011 09:39 AM PDT

Quem está enrolado com dívidas normalmente enfrenta muitas dificuldades para pagá-las. E quem está nesta situação não pode nem pensar em investir, já que a cabeça está preocupada com questões mais urgentes. Pensando nisso, escrevi um pequeno roteiro com dicas para que quem se encontra nessa situação possa se livrar dela o mais rápido possível e possa, enfim, pensar em começar a investir.

1) Prioridade 1: pagar as dívidas

Se você estiver totalmente enrolado com as dívidas, pagá-las é a sua primeira prioridade. Aquela viagem que você queria fazer, a tevê de última geração ou o jantar naquele restaurante chique para onde você gostaria de ir com seu(ua) parceiro(a) podem esperar (aliás, se eles(as) gostarem mesmo de você, compreenderãp perfeitamente a situação). Mesmo um curso que no futuro poderia aumentar sua renda deveria ser deixado para depois – a não ser, evidentemente, que ele implique um aumento substantivo de sua renda no curto prazo, ou então poderá apenas elevar ainda mais a sua dívida, diminuindo a capacidade de pagamento.

2) Pague mais que o mínimo
Várias dívidas bancárias são programadas para que se pague um valor mínimo ao longo dos meses. Se o financiamento do carro, o pagamento do cartão ou o pagamento de um empréstimo estiverem comprometendo sua renda ao ponto que se tornem insustentáveis, o ideal é partir pra um pagamento agressivo delas. As famosas "parcelas" nada mais são do que a fixação de um pagamento mínimo mensal que, ao longo do tempo, deveriam levar à quitação da dívida. Na maioria dos casos, isso é o que de fato ocorre.

A exceção se dá por conta do cartão de crédito, cujo pagamento mínimo é INSUFICIENTE para pagar a dívida completa. Portanto, pague o máximo que você puder, evitando o parcelamento da dívida. O ideal é que a sua renda mensal seja capaz de pagar o total da fatura, todos os meses.
Quanto às outras dívidas, procure sempre pagar mais que o mínimo exigido, para ter que pagar menos juros para a instituição financeira.

3) Estabeleça prioridades no pagamento de suas dívidas

Uma maneira inteligente de pagar suas dívidas é estabelecendo prioridades, elegendo uma dívida a ser paga mais rapidamente enquanto se paga as outras pela taxa mínima (ou um pouco acima do mínimo). Por exemplo, digamos que você tenha 5 dívidas, A, B, C, D e E. A cada mês, você pagaria o máximo da dívida A que pudesse, enquanto pagaria as demais dívidas. Quando você terminasse de pagar a dívida A, teria uma capacidade de pagamento maior, suficiente para passar para o próximo passo: pagar integralmente a dívida B. Você, então, destinaria uma parcela maior dos pagamentos para quitar a dívida B, e pagaria o valor mínimo das demais. E assim por diante, até que todas as dívidas estivessem quitadas.

4) Troque dívidas caras por dívidas mais baratas

Muitas vezes, pagamos mais juros do que o necessário para pagar uma determinada dívida, por simples falta de pesquisa. Não pesquisamos todas as opções de financiamento da dívida e, por isso, acabamos pagando mais juros. Com a corda no pescoço, é importante pagar o menos necessário. Se você paga 18% de juros ao ano, pagar 12% de juros em outro empréstimo significa uma maior liberdade no orçamento, já que as parcelas se tornariam menores. Nessa situação, pegue um empréstimo com juros menores, pague a dívida e assuma a nova dívida, em condições mais favoráveis. Se for possível, busque apoio na família: se alguém tiver o dinheiro disponível, provavelmente poderia emprestá-lo em condições melhores que a maioria das instituições financeiras. Mas, obviamente, pague direito a nova dívida!

5) Fixe um percentual de sua renda para pagar as dívidas
Outra atitude importante é fixar um percentual da renda para pagar as dívidas. Obviamente, esse percentual deve ser superior ao valor que as dívidas demandam para pagamento das parcelas mensalmente. Sei que parece irrazoável, mas é um passo necessário para que se desenvolva a disciplina necessária para sair desta situação.

dívidas6) Tire dinheiro dos investimentos para pagar as dívidas
Muitas pessoas ficam perigosamente endividadas enquanto têm dinheiro investido. Isso é absolutamente irracional! Afinal, a maioria das dívidas cobra juros muito maiores do que os recebidos na maior parte dos investimentos. Assim, é racional que você tire o dinheiro investido para quitar as dívidas. A única hipótese em que seria razoável manter o dinheiro investido enquanto se tem dívidas elevadas a pagar diz respeito ao caso em que o dinheiro pode render mais do que os juros da dívida – o que, repito, é extremamente difícil de encontrar!

7) Não assuma novas dívidas
Esse passo deveria ser óbvio, mas muita gente continua a assumir novas dívidas enquanto tenta se planejar para pagar as dívidas antigas. Isso não deve ser feito jamais! A prioridade deve ser pagar as dívidas e, enquanto esse objetivo não for alcançado, os gastos devem se restringir ao essencial. Depois que a situação for contornada, o investidor deve fazer seu orçamento, estabelecendo um limite razoável para assumir novas dívidas, que caibam dentro de suas possibilidades.
Via - www.opequenoinvestidor.com.br/
Posted: 10 Aug 2011 09:16 AM PDT

Um levantamento feito pelo Banco do Brasil, a partir dos dados de sua carteira de crédito de março de 2011, demonstra que as mulheres  costumam pagar mais em dia do que os homens, quando se trata de obrigações bancárias. Em um grupo de 1 mil clientes, elas são 26 contra 29 homens a levar mais de 90 dias para quitar uma dívida atrasada.
O principal produto adquirido por ambos é o crédito pessoal para pessoa física. "O CDC para pessoa física tem uma taxa de inadimplência menor e vai melhorar com o cadastro positivo", acredita o gerente-executivo da Diretoria de Crédito do BB, Ewerton Gonçalves Chaves. "Ele é feito para beneficiar o melhor pagador, e como as mulheres têm essa característica, elas serão muito beneficiadas".
O segundo produto mais popular entre as mulheres, em compensação, é o rotativo cartão de crédito. Entre os homens, por sua vez, o tipo de crédito ao consumo mais frequente, depois do CDC, é o financiamento.
"Ainda é importante dizer que o saldo que temos com as mulheres também é muito expressivo", lembra Chaves. Isso porque a carteira de crédito para pessoa física (excluindo o financiamento rural) para homens era de R$ 46,5 bilhões, enquanto que, para as mulheres, ficou em R$ 39,9 bilhões, em março de 2011.
Destaque para elasA tendência de a mulher ser menos inadimplente não se repete ao longo de todo o ciclo de vida. Distribuindo a amostra por faixa etária, nota-se que a inadimplência é maior entre as mulheres com até 40 anos, quando elas passam o bastão para os homens, que lideram os índices de não pagamento daí em diante.
Se pegarmos os percentuais de inadimplência de acordo com o estado civil, temos os homens solteiros e viúvos com níveis mais altos, e os casados com os mais baixos:
Estado civil Homens  Mulheres 
Solteiros (as)4,9%3,7%
Casados (as)2,3%2,2%
Viúvos (as)3,4%2,3%
Outros3,7%2,1%
Para Chaves, esses números mostram que as mulheres cumprem um papel importante na vida dos homens, no sentido de orientá-los a administrar melhor seu orçamento. "A mulher tem necessidade de controle melhor das finanças da casa. E a mulher mais madura tem ainda mais consciência disso", diz.
Conheça os limitesO primeiro passo para controlar as finanças, de acordo com o levantamento do Banco do Brasil, é entender por que as contas estão sempre no vermelho - e isso vale para homens e mulheres. Um dos principais motivos é que as pessoas não enxergam o cartão e o cheque especial como instrumentos de crédito e, assim, usam o limite como se fosse extensão da própria renda.
Assim, nem todos os consumidores têm certeza onde termina o próprio dinheiro e onde começa o crédito oferecido pelo banco. Por isso, além de conhecer bem e saber usar as soluções, é preciso organizar o dinheiro no tempo. E é isso que as mulheres demonstram fazer, de acordo com a pesquisa.
Tome as rédeas do seu orçamentoA relação de amor e ódio que as mulheres mantêm com o cartão de crédito se tornou senso comum. Quantas já cogitaram tirá-lo da bolsa para evitar compras por impulso? Pode parecer radical, mas muitas recorrem a atitudes assim para controlar as finanças.
Porém, o gerente-executivo da Diretoria de Crédito do BB destaca outro ponto essencial para os consumidores pensarem. "Achamos importante casar os débitos com a entrada de dinheiro. Adiar em dez ou 15 dias as compras não vai fazer grande diferença, mas pode ajudar a pagar em dia os financiamentos e a fatura do cartão de crédito", indica.
Ele ainda lembra que existe mais de uma possibilidade de data para a fatura do cartão de crédito e também da cobrança da parcela do financiamento. "Procure ajustar as datas já no momento de fechar o negócio, para evitar problemas futuros", complementa.
Por: Fernanda de Moraes Bonadia infomoney
Posted: 10 Aug 2011 08:24 AM PDT

 A renda da mulher da nova classe média brasileira responde por quase metade da renda feminina do país, segundo revela pesquisa realizada pelo Instituto Data Popular, intitulada Tempo de Mulher.
De acordo com o estudo, a renda das mulheres da classe C  equivale a 47,1% do total da renda da mulher brasileira. As classes A e B aparecem em seguida, com 22,2% e 20,7% dos ganhos, respectivamente.
Já a renda feminina da classe D equivale a 9,6% do todo, enquanto que as mulheres da classe E respondem por apenas 0,5%.
RendaAinda conforme apuração do Data Popular, o aumento do trabalho formal fez com que a renda feminina no Brasil crescesse 68,2%, desde 2002, passando de R$ 412,4 bilhões para R$ 693,5 bilhões.
No mesmo período, entre 2002 e 2011, a renda masculina cresceu somente 43,1%.
Por: Gladys Ferraz Magalhães infomoney
Posted: 10 Aug 2011 08:17 AM PDT

Se você é daquelas pessoas que não resistem a uma oportunidade de lançar no Twitter ou demais redes sociais que 'seu dia no trabalho começou mal' ou que 'o fulano da mesa ao lado não sai do seu pé', cuidado! Hoje, mais do que nunca, publicar desabafos corporativos podem trazer sérios prejuízos aos profissionais.
O cuidado vale para os usuários do Twitter, Facebook, LinkedIn e até mesmo dos programas de mensagem instantânea. Afinal, nos dias atuais, a probabilidade de que seu chefe tome conhecimento dos comentários publicados poucos minutos após sua divulgação são enormes.
De acordo com a especialista em etiqueta corporativa, Licia Egger, é praticamente impossível imaginar que ninguém irá ignorar um comentário de uma organização ou deixar de associá-lo à pessoa que o publicou. "As redes sociais possuem uma repercussão maior e mais descontrolada do que se imagina. Comentários negativos e positivos podem ser facilmente associados à quem divulgou as mensagens", informa.
Avaliação norte-americanaProva disso é que, nos Estados Unidos, muitas empresas têm investido na contratação de prestadores de serviços especializados em investigação web para se certificar da idoneidade de seus profissionais e futuros candidatos.
"Estas empresas rastreiam tudo o que uma pessoa posta nas redes sociais, desde o tipo de site acessado pelo profissional até os comentários escritos em cada página. A moda ainda é novidade no Brasil, mas logo deve ganhar adeptos por aqui", diz o diretor da Regional Campinas da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos), Gilberto Sobrinho.
Para ele, os comentários podem soar tão mal para o trabalhador, que podem até influenciar em um futuro processo de seleção. "Se a pessoa coloca que é ética em seu currículo e o empresário observa que o perfil do candidato na rede social é completamente diferente, isto não só gera desconfiança, mas também pode comprometer os resultados da contratação", diz Sobrinho.
Dicas: como agirO primeiro passo para evitar situações embaraçosas dentro das corporações consiste em apenas utilizar as ferramentas de trabalho para fins profissionais. Em outras palavras, isto significa que, mesmo que o acesso às redes sociais seja liberado pelo empregador, que o funcionário se policie e evite o contato com tais sites para satisfazer suas necessidades pessoais.
"Por mais democrática que seja uma empresa quanto ao uso da internet, acredito que as pessoas devam evitar o acesso às redes sociais para uso pessoal e resolver suas desavenças corporativas dentro da organização e não na web", avalia Sobrinho.
Além disso, evite misturar o perfil pessoal com o profissional. "Pense bem antes de postar algo, afinal, qualquer comentário maldoso feito na internet tem o mesmo efeito de algo falado nos corredores da empresa", diz a consultora de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Rachel Vieira.
E isto não só pode ser considerado uma insubordinação, mas, conforme o grau de ofensa e o comprometimento da imagem da organização perante o público, pode acarretar em uma demissão por justa causa. "Por se tratar de um espaço público comum, os comentários feitos acabam expondo de uma forma muito intensa a empresa", informa Rachel.
E nada de comentários irônicos ou debochados, já que eles também podem provocar um efeito negativo e comprometer a imagem do empregador.
Por: Equipe InfoMoney
Posted: 10 Aug 2011 08:14 AM PDT

Engana-se quem pensa que o endividamento afeta apenas o orçamento familiar. Segundo alerta do Instituto DSOP de Educação Financeira, ele pode ser também a resposta para a queda de produtividade no trabalho.
De acordo com o presidente do Instituto, Reinaldo Domingos, o endividamento não é um problema raro dentro das empresas e, além de ver cair o rendimento nas tarefas profissionais, quem tem dívidas acumuladas a pagar também pode apresentar outras características prejudiciais à carreira, como faltas, desatenção durante o expediente, contínuas reclamações e discussões, aumento de acidentes, chegando até à demissão.
Dessa forma, explica Domingos, as empresas, sobretudo os profissionais de RH (Recursos Humanos) devem procurar auxiliar os funcionários nesta questão, procurando combater a causa do problema (falta de educação financeira) e não o efeito (falta de dinheiro e dívidas).
"Educar financeiramente significa entender que educação financeira não se trata de matemática e macroeconomia, mas de hábitos e costumes, isto é, mudança de comportamento de como enxergamos e lidamos com o dinheiro", explica Domingos.
Como ajudar?Para que o endividamento não prejudique o profissional e, por consequência, a empresa, o Instituto DSOP dá as seguintes dicas, que podem ser aproveitadas pelo departamento de RH:
1 – Adote critérios e oriente o funcionário antes de disponibilizar crédito consignado;
2 – Procure um programa estruturado de educação financeira, que possa se adequar facilmente aos diferentes perfis e às necessidades da empresa e funcionários;
3 – Crie campanhas de conscientização e de mudança de hábitos e costumes em relação à utilização do dinheiro;
4 – Oriente funcionários a combaterem a causa do problema financeiro e não apenas os efeitos.
Por: Gladys Ferraz Magalhães infomoney.

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