"Na atual sociedade da informação, o que se procura (...) é o líder sábio, cuja capacidade de guiar as pessoas seja apurada pelos caminhos do conhecimento e da ética"

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Portal Influenciar 5


Portal Influenciar 5


Posted: 21 Jul 2012 07:14 AM PDT


Segundo César Souza, sócio-diretor da Empreenda, a cultura e os objetivos da organização determinam o perfil de liderança necessário

"A pessoa não nasce líder. Aprende a ser." Com essas sentenças, César Souza, sócio-diretor da consultoria de gestão e recursos humanos Empreenda, reforça a tese de que a cultura e os objetivos da empresa são determinantes para o tipo de líder que ela precisa. "Não adianta buscar no mercado pelo currículo ou histórico de resultados. No geral, com o tempo, a solução torna-se um problema. O ideal é aproveitar os talentos internos, formar a liderança", ressalta o executivo.

Para ratificar, Souza diz que existem várias categorias de líderes. E todos serão bem-sucedidos se estiverem em sintonia com as necessidades da organização. "Ele pode ser centralizador ou participativo, focado em resultados ou em pessoas, olhar apenas para dentro de empresa ou para o externo, ser desagregador ou integrador de equipes, adepto do vale-tudo pelos objetivos ou íntegro", elenca.

O que vai determinar o perfil adequado é a cultura da empresa ou o momento pelo qual ela está passando. Em tempos de crise, um líder centralizador e focado em resultados é mais apropriado. Para organizações inovadoras, que visam o longo prazo ou a sustentabilidade dos negócios, um participativo, que interage com os funcionários e está atento às demandas do mercado é o indicado.

Líder 1.0 e líder 2.0

Souza desenvolveu esses dois conceitos. O líder 1.0 é focado em metas, tarefas, realiza-se trancado na empresa, cumpre o combinado, lidera apenas sua equipe, cujos profissionais são inspirados pela hierarquia, tornam-se seguidores do chefe. "É o líder do passado, comum em empresas conservadoras, cuja característica centralizadora do fundador ainda persiste", explica.

O líder 2.0, por sua vez, tem um olhar de 360° e atua onde for necessário, entregando sempre mais do que o combinado, compartilhando com seu time causas e propósitos, de maneira integrada, criando valores para todos os envolvidos – funcionários, clientes, comunidades – e, principalmente, formando sucessores. 

Segundo Souza, o líder 2.0 é a referência para o momento atual, com grandes mudanças econômicas, sociais e políticas. Contudo, as empresas também têm que rever conceitos. Precisam estar preparadas para esse cenário de constante transformação que exige líderes capazes. "E não adianta fazer benchmark com corporações reconhecidas como modernas. Uma fórmula bem-sucedida em uma empresa não necessariamente dará certo em outra", alerta o consultor.

Prata da casa

Por esses motivos, o sócio-diretor da Empreenda enfatiza a importância de o líder ser formado internamente. Para tal, as empresas devem estruturar programas de formação e sucessão, considerados um grande desafio para os departamentos de Recursos Humanos e gestores. "O atual líder tem que gastar de 30% a 40% do seu tempo na formação do próximo", ensina Souza.

Enquanto esse mundo ideal está sendo sinalizado e elaborado nas organizações, o que demanda tempo, a saída é buscar lideranças no mercado. "Para evitar erros, respeite a cultura da empresa. Não busque apenas currículos, histórico de resultados. Procure pelo perfil adequado e não o idealizado", aconselha o consultor.

Sai o Líder Sol, entra o Líder Constelação

Eduardo Shinyashiki, especialista em desenvolvimento das competências de liderança e preparação de equipes, conta que, por muito tempo, os sistemas de liderança nas empresas eram vistos como caminhos a serem percorridos de forma solitária e o segredo para alcançar o sucesso esteve em uma postura individualista. "As tarefas mais importantes ficavam concentradas em uma pessoa, um Líder Sol, o único com espaço para brilhar e receber os méritos pelos resultados." 

Segundo ele, hoje, as empresas procuram por pessoas com o perfil de um Líder Constelação, alguém capaz de oferecer a oportunidade para todos brilharem e se realizarem dentro do ambiente corporativo. "O papel de quem está no topo não é ser o único responsável pelos resultados, mas, sim, ter a capacidade de identificar as qualidades de seus profissionais e conseguir delegar as tarefas de acordo com o perfil de cada um, sempre com respeito e sensibilidade", compara.

Via, Portal HSM

Posted: 18 Jul 2012 07:18 PM PDT

Diga não ao bom para estar disponível para o ótimo
O bom é inimigo do ótimo.
Jim Collins, autor do livro Empresas feitas para vencer.
Troque o que é bom pelo que é ótimoEsse é um conceito tão simples e, no entanto, até os melhores profissionais e lideres públicos se deixam envolver por projetos e situações consideradas boas, enquanto as melhores oportunidades permanecem à espera de espaço em suas vidas.
Na realidade, mirar apenas no que é bom muitas vezes impede o melhor de aparecer pelo simples fato de que não há tempo disponível em nossas agendas para tirar vantagem de qualquer oportunidade adicional.

O Principio de Pareto.

Se você analisar o seu dia-a-dia e descrever as atividades que lhe proporcionaram mais sucesso, lucros e prazer vai descobrir que cerca de 20% do que você faz são responsáveis por 80% do seu sucesso. Esse fenômeno é a base do Principio de Pareto – um economista italiano do século XIX que, ao perceber que grande parte da riqueza estava concentrada nas mãos de um numero reduzido de pessoas, concluiu que esse princípio se aplicava em muitas áreas do cotidiano. Em uma empresa, por exemplo, 80% da receita geralmente provem de 20% dos clientes.
Em vez de se dedicar a futilidades, imagine com que rapidez você conseguiria as suas metas e melhorar a sua vida de disse se não a essas atividades predatórias e se concentrasse naqueles 20% que lhe trazem mais benefícios?
Que tal parar de ver televisão, de navegar na internet e de resolver problemas que, desde o inicio, poderia ter evitado? Você poderia usar o seu tempo extra para se concentrar na sua família, no casamento, no negócio ou em qualquer outra atividade que ofereça maiores recompensas.
O que teria acontecido na sua vida se você tivesse rejeitado o bom e investido apenas no que é ótimo?

Como diferenciar o bom do que é de fato ótimo

  1. Comece preparando uma lista de oportunidades – separe um lado da página para o que você considera bom e outro para o que é ótimo. Ver as opções por escrito ajuda a clarear as ideias e a determinar as perguntas que devem ser feitas, quais informações pesquisar, o melhor plano de ataque e assim por diante. Isso permite decidir se a oportunidade, de fato, se encaixa no seu propósito geral de vida ou se é apenas a vida entrando por uma estrada secundária.
  2. Converse com seus conselheiros sobre esse potencial novo alvo. As pessoas que viajaram pela estrada antes de você tem uma grande experiência a compartilhar e questões a respeito de oportunidades futuras. Elas podem falar sobre os desafios a vencer e avaliar quanto tempo, dinheiro, esforço, estresse e comprometimento serão necessários.
  3. Teste as águas. Antes de dar um salto o escuro, realize um pequeno teste, reservando uma quantidade limitada de tempo e dinheiro Se for uma nova carreira de meio expediente ou faça contratos de consultoria independente.
  4. Analise como você usa o seu tempo. Determine se sua rotina atende seus objetivos ou se dizer não o deixa livre para agendar outras tentativas mais focadas nos seus sonhos.
Fonte: os princípios do sucesso – Janet Switzer & Jack Canfield
Via, sucesso.powerminas.com/
Posted: 18 Jul 2012 07:16 PM PDT

Bom humor no ambiente de trabalho
Contagie com bom humor - Ter bom humor não significa tentar se engraçado. Muitas pessoas tentam ser engraçadas e acabam piorando as coisas. O humor deve ser usado com moderação, para aliviar tensões, não para criá-las.
Bom humor é muito mais a disposição de encarar as coisas de maneira leve, descontraída e positiva do que ser engraçado.

É um estado de espírito; por isso, ser espirituoso é fundamental. O bom humor faz bem à saúde, favorece o aprendizado e é matéria- prima de bons relacionamentos, produtividade e criatividade. Ele aproxima as pessoas e demonstra humildade, sinceridade e disponibilidade, sem com isso nos tornar vulneráveis.
A prática do bom humor reduz o estresse negativo, colabora com a autoestima e diminui as tensões no trabalho e na  vida pessoal.
Quanto mais focadas em um resultado se tornam as empresas, mas elas procuram atrair talentos bem humorados. Eles energizam as outras pessoas e estimulam o pensamento inovador. A maioria dos bem humorados encontra respostas mais rápidas e originais.

Agindo com bom humor, estimulamos a imaginação, a convivência saudável e um clima positivo no ambiente de trabalho.
bom humor é uma excelente maneira de dizer coisas sérias de forma levemas não deve ferir nem causar constrangimentos.
Bom humor para alcançar o sucessoO pior dos dias é sempre aquele em que não houve riscos. No caminho para o trabalho, sintonize seu coração com a alegria; deixe a mente aberta, com a atitude interior de contagiar as pessoas a tornarem o dia especial.
Bom humor é característica dos que estão de bem com a vida e convidam os outros a fazerem o mesmo!
O bom humor é contagiante! Contagie e deixe-se contagiar.
Posted: 18 Jul 2012 05:21 PM PDT

Seja com seu chefe, colega de trabalho ou cliente é importante ter clareza do que é prioritário de ser feito, caso contrário tudo vira urgente e você acaba se perdendo.
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Na experiência que estou fazendo de acordar mais cedo, para aumentar o nível de resultado, é nítido nos comentários das pessoas que estão aderindo à experiência que eles conseguem melhorias, pois simplesmente nessa hora adicional eles focam em prioridades reais, sem ninguém atrapalhar.
Selecionei 5 formas de você negociar e estabelecer prioridades. Claro que o assunto não termina aqui, mas é bom começo.
1 – Tenha controle do seu dia – Não adianta querer priorizar se você não tiver um planejamento, são coisas ligadas, mas que acontecem em uma ordem. Primeiro eu preciso puxar da cabeça tudo que tenho para fazer, depois eu planejo isso nos próximos 3-5 dias e ai eu priorizo diariamente o que deve ser feito primeiro e depois. Se você não sabe o que deve fazer e ficar apenas recebendo e-mails ou lembranças te dando ordens do que fazer você não vai conseguir priorizar de forma eficaz.
2 – Antecipe ao máximo – Sempre que possível não espere a prioridade virar urgência para fazer. Quanto mais antecedência você tiver, mais flexibilidade terá na hora de definir o momento certo de execução. Adiar uma prioridade que tem prazo para um momento de melhor performance pessoal é super saudável, o problema é quando você tem de fazer a prioridade porque é o limite da entrega.
3 – Negocie prioridades antes de serem urgências – Se você sabe que algumas prioridades dependem de terceiros, não espere que eles lembrem da prioridade na ultima hora. Você não pode mudar o modo das pessoas se planejarem, mas o seu planejamento pode inferir na boa produtividade de toda a equipe. Pequenos e-mails de lembrete ou de oferecimento de ajuda ajudam a relembrar a tarefa.
4 – Negocie com seu chefe – Eu não aceito quando delego uma tarefa e a pessoa simplesmente retorna: "não dá pra fazer". Não dá por que? Quais as prioridades? É bem diferente quando eles chegam e falam: "eu estou com essas prioridades na semana, o que você acha que deve ser priorizado?". O líder tem de saber o que é prioritário, ele junto com você pode negociar as prioridades e os prazos. Haverá dias que vai precisar de "tempo extra", mas na maior parte dos casos deverá ser possível ajustar.
5 – Negocie com base no resultado – Se tiver dúvidas do que deve ser priorizado, eu sugiro "elevar" o questionamento para as metas, momento, visão ou missão da empresa. Precisa aumentar o faturamento? Priorize as atividades de faturamento. Precisa aumentar a qualidade de serviço? Priorize o atendimento ao cliente. Priorizar significa dar uma ordem de execução, não esquecer a atividade, por isso saber o momento certo de fazer se torna imprescindível nessa decisão.
Até a próxima!
Use seu tempo com sabedoria.
Via, VOCE SA
Posted: 18 Jul 2012 05:19 PM PDT
Atitudes a serem evitadas para que você tenha uma boa imagem no mundo digital
Fotos íntimas, comentários inconvenientes, perfis mal-acabados. As redes sociais estão cheias de gente se expondo, ou sendo exposta, de maneira inadequada. Isso prejudica a imagem profissional. Hoje, todo empregador consulta as redes sociais para espiar um candidato. "Faço todas as análises possíveis", diz Fábia Barros, gerente da Across, consultoria de RH de São Paulo. A seguir, uma lista do que você não deve fazer em redes como Twitter, Facebook, Linkedin e Tumblr.
 - Crédito: Thinkstock

Ser interesseiro
O comportamento interesseiro desgasta a imagem digital. Use as redes de maneira participativa e procure ajudar os outros. As oportunidades geralmente aparecem quando você se reconecta com pessoas com as quais havia perdido contato. Aproveite para falar de trabalho.

Levantar prova contra si mesmo 
Ao pedir que um ex-colega de trabalho o apresente via rede social para uma vaga de emprego, certifique-se de que essa pessoa gostou de ter trabalhado com você. Ninguém recomenda um profissional em que não confia.

Colocar fotos inadequadas 
Não dá para ser engraçado o tempo todo e para todo mundo. Colocar aquela foto sua pagando mico com os amigos, bebendo nas festas e usando sua roupa de praia preferida é uma péssima atitude. Bloqueie essas imagens e esteja certo de que apenas seus amigos possam visualizá-las.

Adicionar desconhecidos
Adicionar alguém impulsivamente pode conectá-lo a um contato inconveniente. Ao convidar alguém para sua rede, é interessante enviar uma mensagem de apresentação. É uma maneira sutil de informar quais interesses, em sua opinião, vocês podem ter em comum.

Abandonar o perfil
Apenas ter um perfil online é suficiente para fazer contatos. Deixa-lo às moscas, sem atualização de cargo, curso e informações em geral, pode afastar suas conexões.

Criar um perfil sem foto 
Há pessoas que criam perfis nas redes sociais mas não confiam suficientemente nelas para adicionar uma foto pessoal. Isso é um erro, pois o objetivo da rede é ser visto. Se você adicionar uma foto, será sete vezes mais provável que as pessoas entrem em contato, segundo estatísticas do LinkedIn, rede social de contatos profissionais.
Deixar comentários desagradáveis de colegas no perfil
Quase todo mundo tem aquele amigo, tio ou prima que gosta de fazer comentários sobre quanto você gosta de tomar cerveja, sobre momentos íntimos em família ou sobre algum momento embaraçoso que você viveu. Por isso, faça sempre a manutenção dos recados que seus contatos deixam e, se necessário, apague-os, sem sentir remorso.

Escrever banalidades
Evite escrever besteira. Ainda que você seja um profissional dedicado, vai soar como desocupação. Pare de ficar escrevendo o que comeu, que está cansado, que comprou um sapato lindo na liquidação ou qualquer outra coisa que não tenha relação alguma com seu trabalho.


Via, VOCE SA
Posted: 18 Jul 2012 05:06 PM PDT

Comunicação é só o que há em economia. A grande fonte de vantagem na economia de redes não é tecnologia. É a imaginação.
Informação de valor é aquilo que chama a atenção da mente humana. É a pequena diferença que faz a grande diferença. No mundo empresarial, no marketing e nas vendas, a noção de informação agregada está intimamente ligada a questões de estratégia. No mercado moderno, digital e colaborativo, deverá vir também para a ponta do consumo e do relacionamento, transbordando as fronteiras corporativas.
A mente humana só confere valor ao que sai da mesmice e a surpreende de alguma maneira – surpresa, num claro sentido de descoberta. No consumo 2.0, o que conta é a experiência do cliente com o produto e não o produto em si. Experiência com amplo respaldo de informação de valor, de conhecimento.
Você é um diferenciador quando consegue estabelecer a percepção de que vale a pena pagar mais pelo que você oferta, isto é, você faz o cliente perceber que há algo diferente, único e valioso no que representa.
Em que vai se basear essa diferenciação? No apelo à imaginação, na competência para estimulá-la e gratificá-la. E o que será vendido, afinal, já que, via de regra, o produto não poderá mais ser o centro de nenhuma oferta? Resposta: a experiência, tanto no sentido de sensitivo de "experience", como no sentido de acúmulo valioso de saberes.
As empresas, independentemente do setor que atuem, terão de ser boas em arquitetar experiências para engajar seus clientes, seja qual for o produto ou serviço.
Homens de negócios terão de ser especialistas no ser humano. Não é somente a tecnologia, repito, mas a imaginação, suportada por amplo conhecimento, que vai contar. Isso não é poesia, é consequência da lógica da informação democratizada pela Internet e seus devices. Todo mundo vai poder participar. Todo mundo que se interessar vai querer viver a experiência de sua oferta à sua maneira. A nova economia é a economia da experiência massiva individualizada.
Produtos e serviços, há tempos, já não são mais o ator principal das ofertas de marketing mais relevantes. Essa é uma das verdades mais simples e menos entendidas no mundo empresarial. O que conta é, cada vez mais é experiência de comer num restaurante e não apenas a boa comida em si, a experiência de dirigir um automóvel especial e não apenas a excelência técnica do veículo. É por essa combinação que o cliente paga… e aceita até pagar mais.
Produtos e serviços "estão" commodity. Isso quer dizer que, na média, não contêm diferenciais suficientes para surpreender. Com commodities não se consegue apelar para a imaginação e a disputa é sempre com base na "força bruta", do preço X condições. Percebendo vantagem real, o cliente se engaja. Marketing moderno é sobre construir uma sólida base de clientes fãs, parceiros, inseridos na cadeia de valor e colaboração da empresa, reproduzindo as qualidades de sua oferta a outros clientes.
Marketing moderno também é sobre gente. Gente que quer opinar, colaborar, participar, influir, brilhar. Os contextos digitais permitem isso. A Web 2.0 é sobre isso. Criando palcos e canais virtuais para os consumidores, a informação trocada com valor atinge o centro do contexto de compra do indivíduo, o dilema racional-emocional. Em seu processo, ele compara, pondera, sente, experimenta, sente mais um pouco e decide. E o papel do profissional é dar-lhe instrumentos confiáveis para fazer isso herdando um sentimento de ganho e benefício.
O marketing do futuro, aplicado no presente, não só vai reconhecer a contribuição do cliente neste processo de transação, como será totalmente desenhado, a quatro mãos, segundo seu conhecimento e suas experiências. É o Micromarketing eficiente gerando Macrovendas.
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Daniel Domeneghetti é especialista em estratégia corporativa e criação de valor, CEO da DOM Strategy Partners e sócio-fundador da E-Consulting Corp. É, também, co-autor do livro "Ativos Intangíveis, o Real Valor das Empresas". Contatos: www.domsp.com.br / www.e-consultincorp.com.br
Via HSM
Posted: 18 Jul 2012 04:56 PM PDT


 Dan Ciampa, especialista em transições de líderes, explica como CEOs podem reconquistar o controle de sua agenda para superar dois grandes desafios

Não é novidade: hoje, os líderes de empresas enfrentam forte e crescente pressão originada tanto dentro quanto fora das organizações. O CEO, então, é forçado a trabalhar em ritmo acelerado mesmo quando precisa tomar uma decisão difícil que exija ponderação cautelosa.

Segundo Dan Ciampa, consultor de líderes sênior e de conselhos diretores em períodos de transição de CEOs, entregar as promessas feitas no plano operacional anual e implementar mudanças em toda a empresa para assegurar que a organização esteja preparada para o futuro são os dois grandes trabalhos do CEO. "Não é de surpreender que sua agenda não esteja alinhada com as prioridades do papel de líder", aponta.

Na realidade, os altos executivos se veem despreparados para reuniões, surpreendidos por aquilo que deveriam ter previsto, forçados a tomar decisões em cima de montanhas de dados não digeridos e lutando para encontrar tempo para fazer tudo isso acontecer. "Nenhuma estratégia poderá adicionar horas à semana, mas a possibilidade de sucesso do líder aumenta muito com algum rearranjo no uso do tempo e das prioridades, e também com o apoio de um staff estratégico", afirma Ciampa.

Ele conta que há duas situações, em especial, em que a pressão é bastante aguda: quando alguém é promovido ou contratado para a posição de CEO e herdou uma estratégia que requer mudanças; e quando um líder veterano decide que é preciso promover mudanças para que a organização continue bem-sucedida.

Nesse sentido, os casos de dois executivos são emblemáticos: John e Jane, personagens escolhidos pelo consultor para ilustrar as situações.

Um novo líder

John fez carreira em uma grande companhia conhecida por seus movimentos estratégicos práticos e por tomada de decisão disciplinada. Cresceu em um ambiente em que as decisões eram baseadas em dados de boa qualidade e as pessoas chegavam preparadas às reuniões que sempre começavam e terminavam no horário estabelecido.

Ele era assediado por headhunters e, um dia, tendo pouco mais de 40 anos de idade, decidiu aceitar a proposta de ser o CEO de uma pequena empresa concorrente. No entanto, ele logo se frustrou com dois problemas que só pôde enxergar depois de contratado.

O primeiro era a capacidade de entregar a estratégia definida. Tendo começado a trabalhar, ele descobriu lacunas na estratégia que lhe havia sido apresentada. Teve de repensar fórmulas de obtenção de capital e enfrentar o fato de que não havia a cooperação necessária com fornecedores para fazer a estratégia acontecer.

John se sentia capaz de resolver essas questões – se tivesse tempo suficiente. É aqui que entra o segundo problema: ele era constantemente incomodado pela falta de disciplina. Os relatórios eram mal escritos, as pessoas se atrasavam para reuniões e as decisões não eram levadas a cabo, pois não havia acompanhamento adequado. A informação lhe chegava incompleta ou tarde demais para a ação.

Como resultado, John perdia tempo buscando esclarecer coisas, em vez de decidindo entre opções que seus gerentes lhe trouxessem. Raramente conseguia seguir suas prioridades da semana.

Pior do que estar despreparado para lidar com a situação era o fato de ela ter sido uma surpresa. Antes de assumir o cargo, ele havia estudado a estratégia, os relatórios operacionais, os dados de clientes e os planos de P&D, mas tinha deixado de analisar os processos e a cultura. "Sabia que a disciplina que eu poderia infundir era uma das razões para minha contratação, mas não sabia que a situação era tão ruim. Deveria ter feito mais perguntas", revelou John, ao perceber que a cultura organizacional deveria ser transformada.

Uma líder veterana

Jane havia liderado a empresa por muitos anos, enfrentando crises e vivenciando um crescimento espetacular. Seus colaboradores eram muito leais, porque ela se dedicava a eles. Tanto o conselho da empresa como os concorrentes respeitavam sua capacidade de tomar decisões.

Perto de fazer 63 anos, sentia que era tempo de se aposentar e se dedicar aos netos e ao marido. Ao mesmo tempo, percebia que sua companhia adentrava uma época de grandes oportunidades e riscos, devido a uma combinação inédita de forças competitivas.
O desafio fez as energias da executiva aumentarem, mas também aumentou sua preocupação com a lucratividade da empresa que contava com novos diretores, os quais talvez não pudessem assegurar o sucesso futuro.

Jane, então, concebeu uma estratégia em quatro partes, que abrangia vender duas unidades, firmar uma aliança de desenvolvimento de produtos e licenciamento, comprar um concorrente pequeno e oferecer ao líder da empresa que estava sendo adquirida a posição de diretor de operações e a promessa de ser o futuro CEO. Jane continuaria como presidente do conselho e CEO por alguns anos, certificando-se de que tudo correria bem, depois abriria mão do cargo executivo e continuaria no conselho por dois ou três anos. No papel, tudo parecia lindo.


Fonte: The Conference Board Review, Portal HSM
Posted: 17 Jul 2012 10:24 AM PDT

Tudo na vida é resultado. Todo o resultado é conseqüência de uma estratégia.
Fracasso, sucesso, vitória, trabalho em equipe, envolvimento das pessoas, posicionamento no mercado, tudo isso é conseqüência de uma estratégia.
A pergunta é: Sua empresa tem uma estratégia definida?
Quando faço essa pergunta, normalmente ouço dois tipos de resposta:
- Não, não tem!
Ou – Claro que tem, só que é confidencial e eu mesmo desconheço!
A falta de estratégia, o desconhecimento de sua existência e até mesmo estratégias erradas têm sido o "calcanhar de Aquiles" das organizações.
LÍDER, ESTRATÉGia,LIDERANÇA,MOTIVAÇÃO,liderança
Você já conviveu com projetos que não deram certo? Já presenciou equipes desmotivadas, descrentes em relação à possibilidade de alcançar metas impostas de "cima para baixo?"
Se sua reposta for sim, isso é o resultado de uma estratégia implementada por uma liderança que possivelmente não se atentou as cinco atitudes fundamentais para se obter resultados sensacionais.
A empresa é o retrato do Líder e tudo que nela acontece resulta das ações deste líder.
É importantíssimo que ele esteja preparado para os desafios internos e externos e que tenha flexibilidade para mudar os planos e manter sua visão.


Henry Mintzberg disse: "Quando o planejamento falhou, surgiu a visão. O grande líder – significando alguém com visão – viria salvar a organização".
Toda organização que se respeita tem sua declaração de visão, missão e valores não apenas no papel e em quadros na parede, mas em todo o ambiente, no ar que se respira, todos os colaboradores conhecem, se envolvem e se contagiam com ela. Muitas vezes, até o mercado, os clientes estão cientes dessa visão.

 "Se é verdadeiramente uma visão real, você nunca vai esquecê-la", definiu Warren Bennis.
Existem cinco atitudes fundamentais para quem quer fazer parte desse seleto time de líderes estratégicos:

Visão;
Estar preparado para todas as ameaças;
Associar-se com os melhores;
Compartilhar estratégias;
Contagiar todos os envolvidos.
Visão

O líder deve parar de olhar para sua mesa e começar a olhar  para o mundo. Perceber as tendências do mercado, buscar informações com fornecedores, colaboradores, concorrentes e olhar não para os clientes e sim através dos olhos dos clientes.

Estar preparado para todas as ameaças

Deve viver o futuro, com todas as suas possibilidades.  O muito otimista é aquele que tem venda nos olhos para as ameaças. Como disse Drucker: "A melhor maneira de prever o futuro, é criá-lo".
E para criá-lo, o líder deve ter informações, contar com a possibilidade de um futuro catastrófico, com mudanças vertiginosas no mercado e preparar sua estratégia para a possibilidade dessas perspectivas virem a tona. Deve jogar no lixo o velho ditado "Time que está ganhando não se mexe". Dessa forma estará preparado para tudo. Qualquer acontecimento diferente dos piores imaginados trará resultados positivos e desejados pela organização.


Na segunda metade da década de 1980, a Rhodia tinha cerca de 13 mil empregados, dez fábricas em vários estados, faturamento acima de 1 bilhão de dólares, excelente lucratividade e uma certa autonomia em relação à matriz francesa. Foi escolhida a empresa do ano pela revista Exame.
Tinha um excelente líder estratégico, apoiado por uma diretoria competente, com informações sobre o mercado e as tendências do país.

Percebeu-se que os oligopólios químicos e têxteis, que tinham feito sentido até então, poderia ser fortemente abalados com a inevitável abertura de mercado que se prenunciava.
"Vamos mexer no time que está ganhando", agiu o presidente da companhia.

O desafio era mudar precoce e substancialmente a forma de trabalhar, os processos, os níveis hierárquicos, quebra de paradigmas, foco no cliente e tudo isso com pesquisa e busca de informações no exterior trazendo consultores de classe mundial e livros de ponta.  Talvez fosse mais confortável ficar usufruindo a glória de melhor empresa do ano com os olhos vendados pela excelente lucratividade da época. A prova de fogo chegou. Logo após a posse do ex-presidente Collor, foi promovida a rápida abertura da economia, desestabilizando as cadeias de produção e baixando os preços de matérias-primas de maneira histórica. A Rodhia, no entanto, devido a liderança estratégica, já estava revigorada e suficientemente voltada para o mercado para dar conta da situação e iniciar uma nova curva de crescimento.
(Fonte:  Manual de Gestão de Pessoas e Equipes – Nelson Savioli- Editora Gente.)

Associar-se com os melhores

O Líder Estratégico deve ser a de conhecer os sensacionais. Isso mesmo, os melhores do mercado. Modelar o que tem de extraordinário no segmento de seu negócio. Evitar ficar olhando para o próprio umbigo organizacional e procurar valorizar, respeitar e principalmente aprender com quem está tendo resultados melhores.


Compartilhar estratégias

As estratégias devem ser por escrito e compartilhadas.
Existe uma tira bem humorada que ilustra esta situação.

O Chefe diz ao seu funcionário:

"A partir de hoje seu cargo e salário estará vinculado à estratégia de nossa empresa".
"E qual é a estratégia, senhor?" – Indaga o curioso colaborador.
"Não posso dizer. É confidencial!".
 Contagiar todos os envolvidos

E por fim,não basta compartilhar, o Líder deve envolver e principalmente contagiar a todos na organização sobre o rumo estratégico e a visão real de seu empreendimento.

Lembre-se, tudo na vida é resultado da estratégia que você implementou. Existe uma estratégia para se sentir deprimido, existe uma estratégia para fracassar e também existe uma estratégia para ser Feliz. "Precisamos ser competitivos e competentes, mas, principalmente, devemos ser pessoas felizes!"


Rodrigo Cardoso, www.rodrigocardoso.com.br 


Posted: 15 Jul 2012 08:00 PM PDT
Quando se fala de crise, cria uma série de especulações negativas no mercado, mais é importante saber, que sempre á uma oportunidade de lucrar. Na crise, compramos ações abaixo do preço, na crise compramos imóveis  abaixo do preço, sempre há oportunidades.
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Quando escrito em chinês a palavra crise compõe-se de dois caracteres: um representa perigo e o outro representa oportunidade.
John Kennedy
  • Primeiro passo a ser tomado em meio a crise, é manter a calma, não tome decisões precipitadas, não tome decisões em meio a especulações.

  • Segundo passo a ser tomado, busque oportunidades,  depois de uma tempestade sempre vem a bonança, na crise a muito desespero e junto com a crise, vem muitas oportunidades de negócio, busque as melhores.
Na bíblia encontramos diversas histórias sobre crise, e sempre vemos alguém lucrando, Israel vivia uma crise terrível, estava vivendo um momento de guerra, o exercito inimigo tinha uma arma letal chamada Golias, e todo exercito de Israel estava paralisado, O pequeno Davi, viu uma oportunidade, O rei Saul prometeu sua filha ao guerreiro que vencesse a luta contra golias, enquanto os guerreiros de Saul estavam paralisado, Davi derrotou Golias em nome do Senhor e recebeu a mão da princesa.

Conclusão: Não tome decisões precipitadas, procure oportunidades, estude o mercado que oferece grandes oportunidades.

Até a próxima, Alex Monteiro
Posted: 14 Jul 2012 12:37 AM PDT
Dar conselho sobre liderança é fácil, difícil é exercer as dores de liderar e as tentações do poder. A vida me permitiu experienciar essa deliciosa, porém difícil, arte da lideranca. Comandar pessoas, alinhar foco, perseguir resultados superantes, lutar contra as distrações que separam o discernimento entre estar fazendo certas as coisas, versus estar realizando as coisas certas.
Nos estudos sobre líderes, e nas vivências pessoais que tive no comando, elegi 7 das minhas grandes besteiras, com impactos negativos nos resultados de uma organização.

1 – Esquecer de elevar a média de uma equipe, sem ter um projeto educacional e de desenvolvimento humano extremamente competente: líderes são educadores.


2 – Confundir dissidentes honestos com inimigos desonestos. Pessoas íntegras e sinceras, com opiniões diferentes são fundamentais na lideranca.


3 – Temer o conflito. Não há possibilidade de criação sem o bom conflito. A dialética, progredir pelas contradições das distintas teses é o regime do mundo. Isso exige confiança como raiz do ambiente corporativo.


4 – Não equilibrar competição com cooperação. Para competir precisamos cooperar, para cooperar precisamos competir. De novo cuidar e elevar a média do desempenho das equipes é o segredo sagrado dos líderes sustentáveis.


5 – Uma genial besteira é apaixonar-se por alguns membros da sua equipe, e deixar claro que os outros não contam com a sua admiração. Um grande líder aprende a entrar em contato com o melhor ângulo de cada membro da equipe.


6 – Tolerar exageradamente, seres humanos que optaram por parar na progressão da vida, e lutam contra os movimentos ascensionais, com essa atitude esperam que todos ao seu redor, estacionem na evolução ao mesmo tempo. Líderes são guerreiros contra a zona de conforto, incluindo a de si mesmos.


7 – Não saber sair. A liderança é maior do que um líder. Líderes tem ciclos pessoais, profissionais e humanos.
E teria alguma mega besteira que comandaria todas as demais? Sim. Acreditar que você é perfeito e que não fez e nem fará belas besteiras. Rir de si mesmo é um grande ingrediente de um bom líder.
José Luiz Tejon Megido, exame.abril.com.br
Posted: 21 Jun 2012 11:55 AM PDT

Foco positivo O foco que você coloca no mundo faz com que se pareça bom ou ameaçador, que você veja a vida como uma sequencia infinita de oportunidades, ou como uma luta constante. para alcançar o sucesso você precisa exercitar o foco positivo a todo momento. Abaixo você confere 09 dicas para exercitar o poder do foco positivo!
  1. Focar nas possibilidades em vez de se concentrar nas limitações. Sempre há uma maneira de virar o jogo, pois enquanto houver vida há chances de vitória.
  2. Adquirir o hábito de cultivar estados emocionais de poder que façam com que se sinta entusiasmado para alcançar suas metas.
  3. Substituir a palavra problema por desafio. Faça isso e observe como se sente. O fato de transformar uma dificuldade em desafio, em vez de achar que esta com um problema, atua positivamente sobre a mente.
  4. Escolher com cuidado as palavras que usa em relação a você e as outras pessoas muda os resultados que obtém na vida.
  5. Não se deixar influenciar pelo pessimismo ou pela opinião de terceiros. A única forma de saber se algo funciona ou não é experimentar.
  6. Transformar uma experiência negativa em aprendizado e seguir em frente sem olhar para trás.
  7. Diante de uma dificuldade não se concentrar no problema, mas na solução.
  8. Valorizar suas qualidades e seus talentos, desenvolvendo-os com amor.
  9. Escolher suas atitudes diante do que acontece.
Via, http://sucesso.powerminas.com
Posted: 21 Jun 2012 11:48 AM PDT

Eis alguns pontos a considerar quando a situação ficar difícil. A intenção de todos os aspectos mencionados é colocar aequipe novamente em condições de avançar, aprender com os erros, e evitar a entrada em uma espiral negativa.
Atenção ao que virá
Identifique o próximo projeto ou desafio, da forma mais concreta possível, e envolva a equipe nele, tão cedo quanto possível. Não faça promessas falsas, especialmente não prometa a vitória. Ao invés disso, construa um plano de ação concreto, atingível, e que possa conquistar a confiança de todos, dando uma razão para seguir em frente.
Aprenda com os erros
Identifique e registre as lições aprendidas. Sempre há algo a aprender com a derrota. Descubra o que fez você perder. Se algum adversário saiu ganhando, tente descobrir o que lhes deu a vantagem. Descubra o que a equipe poderia ou deveria ter feito melhor. Divulgue estas informações internamente, e aplique-as ao próximo projeto.
Ouça
Não se limite à sua própria análise. Fale com os membros da equipe e peça que identifiquem pontos altos e pontosbaixos do projeto fracassado, e também que falem sobre oportunidades e ameaças. Se for possível, e não conflitar com seu controle de dano, converse também com os principais parceiros, fornecedores e até clientes.
Resolva
Liderar não se resume a motivar. A equipe espera que você vá além de identificar e comunicar as falhas. Resolva oupromova a resolução dos problemas. Se não puder resolver algum deles, encontre uma forma de contorná-lo.
Reforce e renove
Se os recursos disponíveis não eram os melhores, encontre mais e melhores recursos, e integre-os. Se não for possível, adapte e promova melhorias nos seus próprios recursos o quanto antes.
Enfatize os acertos
Conhecer os pontos de falha é essencial para a melhoria, mas para a motivação é necessário algo mais: a consciênciado que foi bem feito. Identifique e discuta com o grupo quais foram os aspectos positivos e os acertos do projeto.
Reconheça o esforço de todos
Apesar de não ter sido alcançado o resultado esperado, provavelmente a maior parte da equipe se esforçou. Sejageneroso no momento de reconhecer isto perante a equipe toda. Seja legal com os indivíduos também: a quem merecer, dê os parabéns e cumprimente de forma sincera, espontânea e pessoal. Se possível, realize algumaatividade de fechamento (um jantar, um churrasco, um happy hour…) com o grupo todo.
E o mais importante:
Mantenha-se motivado
Tire da sua própria cabeça os pensamentos negativos. A derrota é parte da vida e da carreira, mas para sair dela você precisa continuar em frente, inspirando o grupo. É impossível fazer isso com efetividade máxima se você mesmo estiver desmotivado.
Via, http://sucesso.powerminas.com
Posted: 19 Jun 2012 03:01 PM PDT

Veja o que você não deve fazer jamais para se dar bem na carreira

Já escrevi diversos artigos sobre liderança, concentrando-me em geral nos escalões mais altos, tais como gerência e diretoria. Gostaria de mudar um pouco o foco, atendendo a hierarquia de maneira mais generalizada, apontando dicas para que um novo funcionário, seja em outra área ou empresa, possa se destacar frente a seus colegas de trabalho.

Escrevo com base em minha experiência já um tanto larga como gestor de pessoas, as quais me permitiram uma visão privilegiada do comportamento de diversos profissionais. Ajudou-me o viés acadêmico por meio das lentes de professor universitário, observando, analisando e comparando situações do cotidiano, relatadas abaixo. Vejamos então, sete dicas do que não fazer para se dar bem.
Cuidar somente do próprio quintal: duvido quem nunca tenha escutado a célebre frase: "isto não é minha responsabilidade". Apesar dos colegas que abusam da boa vontade dos bem intencionados, dispará-la ao primeiro questionamento não é a melhor atitude. Avalie e veja realmente se o problema não é de sua alçada, assim poderá colaborar.

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Imagem: Thinkstock

Ter medo de errar: compartilho a frase que ouvi de diversos gestores: "prefiro os que erram por fazer aos que não fazem por medo de errar". O erro, dentro de padrões aceitáveis, demonstra a próatividade do colaborador. O gestor competente deve aproveitá-lo para apontar, corrigir a rota e sugerir melhorias. Isto não justifica persistir no erro, lembre-se.
Não querer se molhar: imagine a situação: fechamento mensal de vendas em uma distribuidora numa sexta-feira, quase final do expediente. O frenesi toma conta de todos, cujo objetivo é fechar as metas propostas. Agendar uma sessão de acupuntura, ou sair mais cedo para ir à praia, pode demonstrar que prefira ficar alheio. Imagine quem não será lembrado em uma eventual promoção...
Trazer a farinha, não o bolo ou a receita: conheço colaboradores que adoram trazer problemas para a chefia imediata, apresentando-os e cobrando sua resolução. Saliento a estes que já tive diversos funcionários, os quais traziam o bolo pronto ou pelo menos algumas receitas para prepará-lo. Infelizmente já não os tenho em minha equipe, uma vez que invariavelmente progrediram em suas carreiras.
Preferir o meio de campo: apesar da importância em jogar pelo time, trazer resultados individuais certamente fará com que se destaque na equipe. Engana-se que apenas os que trabalham em áreas de negócio ou em altas funções podem fazer a diferença. Grandes sacadas surgem na linha de frente, a qual convive e vive os problemas dos clientes no dia a dia. Tenha ideias, sugira, implemente e divulgue-as.
Não ser político: apesar das notícias podres do Planalto, algo pode ser aprendido com os nobres deputados e senadores. Alianças e coligações devem fazer parte do seu dia a dia, independentemente do nível ou função. Em situações de estresse e alta demanda, é o bom relacionamento que muitas vezes fará com que seu pedido seja atendido com prioridade por outro colega de trabalho.
Agir e não pensar: não parar de tempos em tempos para avaliar suas atitudes e comportamentos pode ser um erro fatal. O dia a dia opressor do mundo corporativo muitas vezes criam feridas, cujas cicatrizes nos deixam mais intolerantes e menos sensíveis. Pare de vez em quando e converse com seu superior, colegas e subordinados de maneira aberta, solicitando que pontuem sobre suas atitudes e comportamentos.
Apesar da trivialidade das sugestões, há profissionais com currículos irretocáveis que não conseguem construir carreiras consistentes, pulando de empresa em empresa. Conheço por outro lado pessoas simples e com baixa instrução formal, as quais, devido às características mencionadas, tornaram-se essenciais nos locais em que trabalham. Quantas vezes você já não escolheu o restaurante pelo garçom ou a padaria pelo simpático atendente? Pense nisto antes de tomar sua próxima atitude.
Marcos Morita, Administradores.com.br.
Posted: 19 Jun 2012 02:54 PM PDT

Procurar justificar os meios alegando um fim nobre não convence e é uma das falhas mais graves

Há alguns dias escrevi um artigo listando sete erros frequentes que devem ser evitados por profissionais de diversos níveis hierárquicos, baseado em atitudes e comportamentos. Fui solicitado a pensar nas falhas mais comuns cometidas por executivos e profissionais de alto escalão. Tarefa um tanto quanto simples, considerando que apenas precisei observar meu próprio comportamento, assim como o de colegas e superiores. Difícil foi conseguir uma brecha na agenda lotada e extenuante, considerando que estamos em junho, mês de fechamento do segundo trimestre. Vamos então as dicas, as quais, espero, possam ser úteis.

Os fins justificam os meios:
metas irrealistas, pressões por resultados de curto prazo e cobranças desmedidas das chefias, podem fazer com que o executivo acabe cometendo deslizes ou faltas éticas, ferindo princípios contábeis e normais internacionais. É comum fabricantes estocarem seus parceiros de canal, oferecendo descontos para que comprem além da quantidade normal. Verbas de marketing, prorrogações de títulos e devoluções são algumas das consequências.
Tudo é urgente: conheci profissionais que não distinguem a diferença entre urgente e importante, tornando todo e qualquer assunto como a hora da morte, principalmente aqueles solicitados pela chefia imediata. Esta postura de desespero acaba contaminando seus subordinados e a área, cujo clima organizacional tende a se deteriorar rapidamente, trazendo conflitos, desmotivação e desligamentos. Nem o melhor dos motores resiste andar em alto giro durante 30 dias seguidos.
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Imagem: Thinkstock

Efeito casulo:
apesar de declinante, conheço gerentes e diretores que passaram longos períodos em uma só empresa, fechando-se para o mercado. Em alguns casos o casamento um dia acaba, trazendo uma sensação amarga de traição e negação. Como um marido recém-separado, precisam reaprender a procurar emprego. Considerando que grande parte das vagas de alto nível é preenchida pelo famoso QI, não é difícil prever que terão dificuldades. Sei que pode parecer chavão, porém manter uma rede de networking é um hábito salutar. Um almoço por semana basta. Palavra de quem já sofreu na pele.
Longe da escola: da mesma maneira que existem profissionais que vivem para estudar, aproveitando suas férias para cursos de atualização, há aqueles que só pensam em trabalhar, passando longe dos bancos escolares. Um currículo repleto de realizações e conquistas, obtidos a custa de muitas horas extras e finais de semana. Ter apenas a graduação no CV poderá atrapalhá-lo, uma vez que perderá a noção das teorias e modelos aplicados em outras empresas e setores.
O alpinista: há muitos executivos que acabam pulando etapas em sua carreira, ocupando rapidamente postos de direção. Em geral, profissionais com escolas de primeira linha, idiomas e experiências internacionais, utilizam sua inteligência criando estratégias que os levarão ao topo. Pouco jogo de cintura em relacionamentos interpessoais e falta de liderança, frutos da experiência, podem ocorrer. Em épocas de organogramas horizontalizados, promoções laterais são também interessantes.
Faça como os políticos: em anos eleitorais tudo é possível, até coalizões entre Maluf e Lula, aqui em São Paulo. Não obstante o disparate, o importante é aprender a habilidade em formar coalizões e costurar acordos, imprescindíveis no alto da hierarquia. Em grandes corporações, conhecer e trafegar bem nas complexas estruturas organizacionais pode fazer a diferença, por exemplo, na aprovação ou não de um projeto.
O efeito formiga: muitos chefes acabam sempre com a mão na massa, seja por gostarem do trabalho do dia a dia, não confiarem em seus subordinados ou não delegarem de maneira apropriada. Sempre atolados de trabalho, acabam se escondendo das maiores decisões, sendo vistos como operacionais pela chefia. Apesar do nobre propósito, um dos papéis a desempenhar pelo executivo é o marketing pessoal. Como já dizia o ditado, quem não é visto não é lembrado.
Com raras exceções, grande parte dos setores e indústrias tem vivido momentos de queda em seus faturamentos, cujos planos, construídos com base no eufórico ano de 2011, estão muito aquém do previsto. O humor das empresas e dos executivos costuma refletir o clima econômico vigente, apesar das previsões otimistas de Guido Mantega. Neste cenário um tanto quanto encoberto e com os nervos a flor da pele, nunca é demais tomar alguns cuidados.

Marcos Morita, Administradores.com.br.

Um comentário:

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